sábado, 7 de março de 2015

DIA DAS MULHERES (08/03/2015)


Este dia 8 de março pode ser uma excelente oportunidade para um olhar mais cuidadoso sobre
o lugar da mulher no mundo atual, bem como para a nossa atitude frente às esperadas homenagens.
No Brasil, as manchetes da imprensa em geral denunciam erros cometidos por mulheres que
detêm em suas mãos (ou canetas) o poder. 
São erros graves que causam prejuízo direto à toda a população brasileira (imediato e para o futuro), bem como diminuem o respeito que nosso País começava a conquistar nas Democracias mais relevantes do Mundo.
Talvez o efeito mais perverso seja a morte da esperança dos que nunca ousaram sonhar com uma
vida melhor.
Não podemos saber a real motivação dessas mulheres da política, mas em nossos dias grande
parte de nossas líderes na “arte de governar/administrar ou produzir leis” está sendo tão infame
ou venal como qualquer político de caráter duvidoso.
Na esfera politica, nosso País viveu séculos de dominação masculina, onde à mulher era reservado
o papel de secretariar, organizar (decorar) gabinetes, ou até servir de adorno e atrativo sexual em festas exclusivas.
No mundo corporativo, seu papel limitava-se a ser secretária (cujo requisito mais esperado
era a beleza física), comissária de bordo, instrumentadora de cirurgias para médicos importantes,
Pesquisadoras "auxiliares", acompanhantes de luxo, professora das fases iniciais do ensino, anfitriãs
de reuniões importantes de seus maridos ou chefes ou até mesmo “uma simples doméstica”,etc.etc.
Mas a mulher, com raras exceções, não era reconhecida como um ser humano pensante e capaz.
Tudo isto mudou nas últimas décadas. 
Com o acesso das mulheres à escolaridade, e aos postos de administração e chefia, muitos brasileiros imaginavam que nossa Nação passaria a ter políticas de gestão mais focadas nas necessidades imediatas da população.
Além disso, muitos de nós pensávamos que a equipe governante seria composta por técnicos competentes e de reputação ilibada.
Pensávamos que, com sua “visão periférica e sexto-sentido”, elas estariam atentas (e se oporiam) às propostas de corrupção, de má fé e irresponsabilidade no trato da “coisa pública”.
Sonhamos com um Brasil melhor, o despertar tem sido um pesadelo, a cada manhã. Cada dia, as notícias atestam a deterioração da moral, da ética e das famílias como células que já não ajudam a construir uma Pátria de verdade.
As políticas de Governo não são planejadas - pensadas a médio e longo prazo, para benefício das gerações futuras. O que se faz (e muito mal) é remediar, fazer remendos, quase sempre "tapar o sol com a peneira".
Então, nada mais natural que nossa esperança esteja sofrendo corrosão.
Mulheres que conquistaram o direito de governar, legislar e administrar (com honrosas exceções) conseguem ser tão ou mais corruptas que seus antecessores do sexo masculino.
É possível que a motivação de muitas delas nem seja o vil metal: – um depósito bilionário em algum paraíso fiscal.
Acredito muito mais no apelo da vaidade, na necessidade de mostrar poder pela simples assinatura, numa vingança velada pelos séculos de dominação masculina.
O fato é que pouca coisa mudou para melhor, com a chegada das mulheres ao Poder.
Também é inegável que há exemplos de honra e orgulho na área das Ciências (em todas as suas ramificações), na Administração de algumas Corporações, até no Jornalismo isento.
Nas questões do Judiciário, algumas Juízas, Delegadas e Promotoras de Justiça têm sido tão eficientes e atentas que acabam por ser assassinadas, por ter se recusado a compactuar com esquemas criminosos.
Temos visto mulheres que por esforço próprio conquistam posição de influenciar a sociedade, seja pelo exercício de funções em chefia em Departamentos de Universidades, de Grandes Clínicas Médicas, e até de Conglomerados Financeiros ou do Comércio.
A começar pelo cuidado na educação dos filhos (seus e das outras famílias), pela implantação de organogramas, orçamentos e procedimentos com base no que é prioridade, essas mulheres relativamente jovens podem mudar o panorama atual e ajudar a construir um Brasil que nos cause orgulho.
O que nos faz acreditar em dias melhores é o número sempre crescente dessas mulheres que descobriram que podem “pensar” seu futuro; o acesso à informação (que não está nas redes virtuais de bate-papo) está ajudando a grande maioria das jovens de nosso País.
Podemos ter esperança de dias melhores, inspirados nos excelentes exemplos de Juízes e Juízas incorruptíveis, de Pesquisadores da Ciência, de Professorinhas anônimas que criam alternativas eficientes de ensino, e até de algumas poucas mulheres que administram com inteireza de caráter a “coisa pública”.
Nossa esperança se renova quando convivemos com mães sem educação formal, mas doutoradas em vida honrada, que abrem mão de seu conforto pessoal para garantir educação de qualidade e um futuro decente para seus filhos.
Para essas novas mulheres (independente de sua idade) fica a minha sincera homenagem – tenham coragem!
Deus está ao lado (e à frente) dos que buscam e praticam o bem e a justiça.

“ Porventura não  erram  os  que  praticam o mal?
  Mas  beneficência e fidelidade  haverá  para os  que  praticam o bem”     
                                                                           (Provérbios de Salomão 14:22)

 “Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, 
   mas quando o ímpio domina, o povo geme . (Proverbios de Salomão 29:2)

"Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens (e mulheres) em covardes.” (Abraham Lincoln )




quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

JE SUIS UN CHRÉTIEN

O mundo que chamamos civilizado ainda não se refez inteiramente dos atentados em Paris e cercanias. Quase dá para dizer que foi apenas mais um ato de terror. Parece que já nos acostumamos com o repetir desses atos que "eliminam" pessoas por sua forma "diferente de pensar" - já nem nos causa tanto susto - apenas o grau de indignação difere, dependendo das pessoas atingidas.
A Europa maravilhosa e quase inatingível como era conhecida já não existe mais - hoje seu território é comum a todas as nacionalidades e etnias, ricos, pobres, com sangue nobre ou apenas sua fé correndo pelas veias.
A maioria dos formadores de opinião costuma jogar a culpa dessa situação no afunilamento dos espaços habitáveis, na real escassez de água no planeta, na fome que apavora milhões de pobres em lugares nem tão pobres assim.
Mas há que lembrar das ditaduras, da falta de misericórdia e generosidade em muitos Países do mundo subdesenvolvido ou governado por líderes nanicos.
Essas circunstâncias estão tangendo as populações para os lugares onde parece haver mais grana, mais liberdade, mais riqueza, mais possibilidades de se dar bem, ou mesmo viver uma vida comum.
E então o espaço se torna apertado demais para tanta diversidade, tantos usos e costumes tão diferentes, tantos deuses criados pelas próprias criaturas.
Certamente o local escolhido para o ataque não foi acidental: - Paris é a cidade mais charmosa do mundo - já não pertence somente à França -  é território da humanidade.
Apesar de encanto singular da famosa cidade, sua população (que já nem é tão genuinamente francesa) tenta sobreviver e manter sua cultura em meio ao desemprego, à explosão de imigrantes de países miseráveis e à liberdade ampla e irrestrita sobre costumes e valores, que traz mudanças nem sempre desejadas.
Os costumes e jeito de ser "francês" já perderam seu espaço há muito tempo.
Mesmo na França, nos dias de hoje ser "politicamente correto" é obrigatório. 
Isto significa estar alinhado ao jeito de pensar e agir dos principais formadores de opinião dos jornais, revistas, blogueiros famosos e personalidades da moda e das telas (grandes ou pequenas).
Pouco importa se essas "personalidades" são íntegras, se vivem em condições de normalidade (quando estão longe dos holofotes), se adotam comportamentos que possam garantir uma vida longa e saudável. Pouco se fala de alguma contribuição relevante que possam ter feito ao ser humano comum.
Seu posicionamento e suas ideias ante os acontecimentos mundiais se tornam LEI a ser obedecida, seu jeito de viver passa a ser um sonho de consumo dos bobos da corte.
E o mundo civilizado recomenda que todos sigam suas ideias - para que seja alcançada a paz mundial...

O estopim desse último episódio em Paris foi o assassinato dos 4 chargistas - indivíduos desconhecidos (até então) de qualquer pessoa que não fale francês e não pertença à área do jornalismo. 
De um momento para outro eles se tornaram "vítimas mundiais".
Não dá para dizer que eram unanimidade: - muitas pessoas não achavam graça nenhuma em seus desenhos, caricaturas e charges.

No episódio em Paris a violência foi praticada por aqueles que não se formataram ao "modelo" exigido pelos donos do mundo: - chamados radicais, extremistas, atrasados, trogloditas.
Os jovens muçulmanos extremistas não estão nem aí para essa qualificação de ser ou não politicamente corretos.
Embora ambientados nos grandes centros de cultura, lazer e comércio, ajustados ao conforto e à segurança encontrados numa cidade como Paris, eles não abrem mão dos ensinamentos e da disciplina adquiridos desde a infância, da lealdade à sua fé e à família. 
Mas são vistos com alguma simpatia e profundo temor. À simples ameaça de um ataque terrorista, a mídia ocidental (e as personalidades oportunistas) forma uma compacta linha de frente em defesa do Islã como sendo uma religião que busca a paz, que esses poucos terroristas nããão representam o islamismo, bla,bla,bla.
Palavras vãs! O protesto com morte em Paris foi em defesa de sua fé, de seu Profeta.
No íntimo, todo muçulmano devoto não tolera piadas, filmes ou charges contras seu deus - para os fiéis do Islã, tudo isso não passa de profanação e blasfêmia.

Os cristãos sabem muito bem o que significa morrer por sua fé. Cerca de 150 mil cristãos estão sendo exterminados anualmente em Países onde sua fé é minoritária.
Essa mortandade, contudo, não move a comunidade internacional, porque, para as pessoas cultas e bem qualificadas socialmente, a opinião dos cristãos é quase sempre ultrapassada, inculta, "sem noção". Também somos qualificados de fundamentalistas.
O próprio semanário francês também estampou charges satirizando os cristãos e seu Deus - mas nunca foi alvo de atentados por isso.

O assassinato em Paris teria tido menor publicidade, não fossem os personagens envolvidos: 
4 chargistas parisienses e os 2 atiradores ditos muçulmanos.
Fosse de outro modo, talvez a notícia também durasse poucas 24 horas.
Mas não há como negar que o episódio de violência foi muito bem aproveitado por quem vende notícias, pelos políticos oportunistas e ainda serve como eficaz propaganda e divulgação da fé islâmica - ainda que todos digam que estão chorando pelas "novas vítimas do terror".

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PAIS QUE PODEM MUDAR O MUNDO

Nesta semana comemoramos novamente o Dia dos Pais; os muitos e repetidos
apelos do comércio chegam a parecer ridículos:
- alguns desses anúncios dizem que "todos" os pais merecem o melhor
presente, porque já deram todos os presentes que os filhos pediram...
Mesmo se isto fosse verdade, já seria impensável: - um "pai consciente" nunca
daria tudo o que seu filho pedisse - ele seria considerado imaturo e irresponsável.
De todo modo, os pais de verdade merecem ser homenageados - parabéns a eles!

Falando francamente, os filhos precisam de bons pais para "todos" os dias do ano, 
para o resto de suas vidas.
Para que a família não seja destruída, precisamos de pais que:
- se preocupem com o tipo de programa que seus filhos assistem na TV: - que reservem
  um  tempo para "assistir" junto com eles; - 
 (a mesma regra vale para as "babás eletrônicas como TV, tablets, smartphones,etc.)
- se empenhem em construir bons grupos de relacionamentos para a família, a fim
   de que seus filhos se desenvolvam (e criem seus próprios laços) entre pessoas de bem;
- prefiram investir em boas escolas, ao invés de gastar com viagens à Disney;
- ousem dizer "não", mesmo quando os olhinhos do filho lacrimejarem, ou o filho 
  adolescente fizer uma pequena chantagem emocional; 
  (o pai de verdade sabe que nem tudo o que o filho pede (ou exige) irá fazer bem para ele; 
- abram mão de seus gostos pessoais para passar muito tempo com os filhos; (isso pode 
  incluir o lazer (futebol com a turma) e até reduzir o tempo gasto no computador...)
 - que se preocupem em conduzir seus filhos no caminho da honra, do trabalho, dos
   valores contidos nos Sermão do Monte (Bíblia - Mateus 5).
- que mantenham hábitos corretos de alimentação e saúde: - as crianças estão ficando
   obesas e   aprendendo a beber e fumar com os pais;
- que respeitem os vínculos do casamento, dizendo não à infidelidade; os filhos devem 
  aprender com o pai a valorizar a esposa que o ajudou a construir sua família, e 
   fugir dos relacionamentos passageiros, que podem trazer consequências más;
 - que se atrevam a ter uma conversa "olho no olho" (com todo o amor do mundo) para 
   compreender e corrigir qualquer desvio de rota; 
   (e uma conversa só não basta: - vai ser preciso conversar pelo resto da vida...)
 - que saibam exatamente para onde o filho adolescente vai à noite, com quem vai, qual 
   o ambiente que irá frequentar e combinar a hora para estar de volta - 
     (e estar em casa para recebê-lo...)
- que não deixem para outras pessoas a responsabilidade de acompanhar de perto o 
   desempenho escolar do filho, cobrar bons resultados, ensinar regras de respeito 
   aos professores e colegas.

Finalmente, mas não por último, precisamos de pais que demonstrem, pelo seu viver 
  diário, que amam a Deus sobre todas as coisas; e levem seus filhos à presença do 
  Criador deste Mundo, deixando muito claro que:
  
      "O temor a Deus é o princípio da sabedoria"  (Prov. de Salomão 9:10).

Nas mãos dos pais de hoje estão os Homens de amanhã.
O conselho do Sábio Rei Salomão não tem prazo de validade - é eterno:

       "Educa a criança (seu filho) no caminho em que deve andar;
         e até quando envelhecer não se desviará dele". (Prov.22:6)


quinta-feira, 24 de julho de 2014

GUERRA ENTRE IRMÃOS


Nos últimos dias estamos vendo acontecer mais uma etapa da "disputa pelo direito de existir", entre palestinos e israelenses, que se repete de tempos em tempos.
Desta vez, parece que a confusão teve início com o sequestro e morte de 3 adolescentes israelitas; 
- foi o estopim para as retaliações e bravatas do "pequeno" diante do "gigante" melhor preparado, segundo a propaganda conveniente.
Pelo que se vê agora, o "pequeno" não é tão desprezível assim: - as centenas de túneis com intenções criminosas de invadir e atacar o território de Israel, e os armamentos utilizados, são prova de que também os palestinos têm capacidade para atacar - e não apenas com "foguetes"...
Em verdade, os ataques que saem do território palestino são comandados pelo Hamas - o mais importante movimento fundamentalista da Palestina.
Esse grupo, além de receber o apoio da população local (não se pode saber em que condições), é suprido de armamentos e muito dinheiro pela maioria das Nações Islâmicas da região, embora seja considerado uma facção terrorista, pelo mundo ocidental.
As manchetes falam de ataques a escolas e hospitais com a morte de civis inocentes na Faixa de Gaza; por seu lado, as autoridades de Israel asseguram que esses locais eram depósitos de armas.
O uso de civis como escudos humanos já é uma prática conhecida, e não seria novidade se fosse usada como estratégia pelo Hamas.
Também é verdade que a Faixa de Gaza é chamada de "prisão a céu aberto", pois está absolutamente cercada pelo exército de Israel.
O que resulta de toda essa guerra são mortes de inocentes, muita exploração da mídia, que se alimenta de imagens e manchetes sensacionalistas, e tanta gente que apenas deseja "viver", sendo espoliada de seu direito básico à existência.

Uma olhada no mapa da região, mostra o tamanho quase ridículo do território de Israel, se comparado aos países muçulmanos vizinhos. Por sua vez, a Faixa de Gaza é ainda muito menor.

ORIENTE MÉDIO E PAÍSES DA REGIÃO

A disputa, contudo, não é apenas pelo território: - a motivação é o ódio e a intenção de extermínio da nação judaica - já vimos esse filme com os nazistas...
A explicação para nós, cristãos, faz parte do registro Histórico da Bíblia: - os ancestrais de israelitas e palestinos eram irmãos, filhos de Abraão, o Patriarca da Fé, reverenciado por ambos os povos:
- Isaque (filho da esposa Sara) construiu a Nação de Israel.
- Ismael (filho da escrava Agar) deu origem à nação muçulmana.
Ambos nunca se entenderam: - foram separados, ao nascer, de modo drástico e cada um escolheu uma forma diferente de viver, de escolher um Deus para adorar, de constituir uma Nação. 
Os líderes políticos até hoje não conseguem conversar e resolver civilizadamente as divergências, pois o ódio tem sido alimentado, geração após geração: - não é razoável supor que as crianças palestinas gostem de seus vizinhos israelitas...( e vice-versa).
Mas talvez seja correto dizer que a maioria das pessoas comuns não querem nenhum tipo de guerra ou retaliação: - se pudessem escolher, muito provavelmente escolheriam a liberdade e a coexistência pacífica e respeitosa.
Um sábio disse que as mais difíceis "brigas" são aquelas que acontecem entre parentes...

Neste momento, em que o mundo todo discute o assunto, a ONU nomeou "mais uma comissão" para encontrar uma solução de paz para o problema da guerra, mas não há sequer um questionamento sobre "os beneficiários desse conflito"...
A questão é que grandes Empresas fabricantes de produtos bélicos, instaladas em Países "civilizados" (França, Espanha, China, Rússia, USA, Reino Unido, Ucrânia, Itália, Israel e até o Brasil) há muito tempo fornecem seu produto a quem puder pagar - o custo é muito alto.
Algumas delas estão aproveitando o momento (e nutrindo esse ódio) para fornecer armamento sofisticado aos dois lados do conflito. A solução mais inteligente seria acabar com o fornecimento de armas, mas nem a ONU se atreve a fazer esse tipo de proposta indecente... - seria uma catástrofe no Orçamento de muitos Países do 1º Mundo.

Assim, o conflito não se restringe aos dois povos, que poderiam resolver suas divergências com uma boa conversa, lavar a roupa suja e voltar a viver em paz, cada um "na sua". 

A paz não interessa a quem está enriquecendo com essa matança e vive confortavelmente longe dos foguetes e mísseis. Essas indústrias apenas conferem as contas milionárias em paraísos fiscais, e administram a fabricação de mais e mais armas, cada vez mais poderosas. 
É verdade que o povo comum está sendo, de fato, quase exterminado, pois está perdendo tudo: - seu chão, sua família, suas esperanças, seu futuro.
Mas esse sofrimento não move o coração dos "fabricantes da morte": - eles não têm coração.








































































































quarta-feira, 9 de julho de 2014

O QUE FOI MESMO QUE NÓS PERDEMOS?

Ontem jogaram um balde de água gelada sobre a "felicidade" de muitos brasileiros: 
- os alemães acenderam as luzes e todos puderam ver como era pequeno esse sonho de ser campeões 
do mundo pela 6ª vez (de futebol...)
Durante os próximos dias ainda não poderemos escapar das manchetes dramáticas e programas 
chatos dos entendidos em futebol - depois eles voltarão a falar dos áridos jogos do futebol nacional.
(também dá desligar a TV)
Fugindo um pouco desses comentários que povoam todas as mídias, vale perguntar "o que o Brasil perdeu desta vez?" Valia tudo isso? 
Infelizmente, nosso Brasil tem perdido, ao longo de algumas décadas, muitos outros embates 
de importância maior.
Há muito perdemos o respeito pelas autoridades constituídas, porque elas são indignas do voto que recebem de cada brasileiro e "jogam muito mal", como fizeram os jogadores da Seleção, no jogo de ontem.
Faz muito tempo que perdemos o jogo contra as drogas e a proliferação das doenças 
sexualmente transmissíveis (além dos bebês sem família), pois nos calamos diante da banalização 
do prazer imediato ensinado nos programas de TV, nos currículos escolares, nas músicas que o 
povo canta nos shows pagos com dinheiro público.
Perdemos também a segurança na aplicação da Justiça, pois os responsáveis pela redação das Leis estão escrevendo textos que favorecem os descaminhos - jogam contra o povo brasileiro.
Essa derrota perante a Alemanha, foi apenas mais uma: - um jogo de futebol, que durou 90 minutos - nada mais do que isto!
Temos perdido para a Alemanha em todos os outros campeonatos: - na transparência e lisura das ações dos Governantes, no cuidado com a educação, com a saúde, com a profissionalização dos adolescentes.
Perdemos para a Alemanha na industrialização do País, no riqueza produzida (PIB), na liderança mundial.
Alguns dirão que não dá para comparar porque somos diferentes - o "brasileiro é mais leve, mais solto..."
E de que nos serve isto? De que adianta gostar de samba, futebol e carnaval?
O que o Brasil já ganhou com isto? 
(Pelo que vimos até aqui, são poucos os que estão ganhando dinheiro com a Copa)
Deu pra ver que os alemães também sabem ser alegres e gostam de curtir as coisas boas da vida.
A diferença (a favor deles) é que nas questões de trabalho, eles sabem manter o foco:

- não dão valor excessivo à uma partida de futebol, nem a alguns dias de carnaval.


Se formos bem honestos, nem dá para criticar os gastos desmedidos (desnecessários, a esta altura...)
que o Governo Federal fez para que acontecesse aqui a Copa. 
Quem gastou dinheiro que não tinha para viajar e assistir os Jogos, quem se endividou para comprar um televisor maior e mais eficiente, estão no mesmo barco - sem noção do que realmente importa, sem observar as prioridades.
Menos mal que dá aprender com esse erro de foco: - o nacionalismo em questões menores como futebol e carnaval - chega disso!

Estamos às portas das eleições de outubro.
Tomara que saiam da telinha os comentaristas de futebol e apareçam analistas das ações do Governo, profissionais e técnicos que demonstrem onde estão os erros e o que deve ser feito para corrigi-los.
Aí, se todos votarem do jeito certo, nosso País poderá trilhar o melhor caminho.
Então, até pode ser que, lá no futuro, tenhamos uma equipe que possa jogar e vencer um campeonato mundial, de um esporte qualquer.

terça-feira, 8 de julho de 2014

MULHERES QUE NÃO VALEM TANTO ...

O rapto das meninas por integrantes da milícia Boko Haran na Nigéria parece que já se tornou um
caso perdido. Todos os vídeos foram exaustivamente exibidos nas mídias, a ação foi reprovada 
pela maioria dos seres humanos, mas até o momento, as meninas estão desaparecidas;
- teme-se o pior, em todos os sentidos (talvez, para as vítimas, a morte seja o menor dos males...).
Esse grupo terrorista usa o sequestro e a violação de mulheres como estratégia de guerra:
- eles exibem suas vítimas como prova de seu domínio, sua impunidade e, por fim, como troféu;
afinal eles dizem que estão agindo para preservar a "pureza" de sua doutrina religiosa.
Há poucos dias a atriz Angelina Jolie conseguiu, com seu prestígio pessoal, mobilizar autoridades 
de vários Países para que o tema seja discutido e alguma providência seja tomada para socorrer 
as meninas e mulheres vítimas - a reunião aconteceu em Londres. Prometeu-se "tomar providências"...
Ainda assim, permanece essa incômoda "impossibilidade" de encontrar e libertar essas meninas e mulheres, neste tempo de satélites espiões que enxergam até um alfinete numa gaveta de uma 
casa qualquer, em qualquer lugar do mundo.
Como explicar que esses terroristas consigam manter essas meninas tão bem escondidas, por tanto tempo - são mais de 200?
Onde está a inteligência da ONU, dos Países defensores dos direitos da criança e do adolescentes?
Como explicar que um bando de homens com recursos limitados possa triunfar sobre a tecnologia e
sobre os especialistas em vigilância, com seus equipamentos de última geração?
De onde chegam suas armas? Quem lhes dá suporte logístico? A quem interessa?
Além disso, há um questionamento inevitável: - será possível que não seja tão urgente e prioritário libertá-las, por se tratar de meninas (e mulheres)?
Como justificar o "respeito" que os líderes mundiais prestam a esse bando de criminosos, que nem
mesmo representam uma Nação? Eles nem possuem território.
Além desses crimes, são inúmeras as mulheres de alguns países da África, cujos rostos são 
desfigurados com ácido, por ciúmes de seus companheiros.
Quando o abuso contra os direitos humanos acontece na metade ocidental do Planeta, a imprensa mundial e as mais importantes Autoridades são rápidas e eficientes: - exigem tratamento
"humanitário" às minorias, sejam elas crianças vítimas de tráfico humano, homossexuais e até animais.
Nesse caso em que o crime é cometido contra as mulheres, assusta verificar o "respeito" que se
presta à essa "cultura local" que desvaloriza a mulher.

Aqui no Mundo Ocidental (em parte civilizado) as mulheres conquistam, a cada dia, mais direitos de igualdade, de respeito, de espaço próprio - acabamos por nos acostumar com isso, e pensamos que o mesmo acontece no resto do mundo.
Mas sabemos que em muitas regiões do Planeta as mulheres ainda lutam pela mera sobrevivência:
- nem sonham em exigir liberdade de escolha... 
Pior que isso, constatamos que os Líderes Mundiais preferem "respeitar" a soberania dos povos,
mesmo que sua "cultura" seja cruel e desumana.

Sofremos por essas mulheres e meninas - mas, daqui, só podemos pedir que Deus cuide delas. 
Ações efetivas de resgate e livramento são de responsabilidade dos que se "escondem" em
gabinetes com tapete vermelho - sejam eles políticos, fabricantes e comerciantes de
armas de guerra ou religiosos, com seus belos discursos!



domingo, 6 de julho de 2014

POIS NÃO É QUE ELES CHORAM?

É muito triste ver a cena do Neymar abatido por uma jogada impensada (pra mim parece
desleal), chorando com as dores fortes - as imagens passam a toda hora.
O Choro do Neymar veio pouco tempo depois que alguns "críticos" da mídia - aqueles machões,
que nunca choram... - atacaram o nosso zagueiro Thiago Silva e o goleiro Julio Cesar, pelo choro
após o jogo com o Chile.
O bom é que ambos se defenderam com sua técnica, desempenhando muito bem suas funções:
- até fazendo gol (e evitando gol...) - mostraram que são machos e íntegros.
O que sei é que esse modelo de machão já passou por diferentes fases: - durante a minha 
adolescência, sempre se dizia que "homem que é homem não chora" - e os pobres coitados que 
ousavam derramar algumas lágrimas, mesmo em momentos de grande dor, eram 
considerados fracos, menininhas...
Recentemente, os próprios homens resolveram abrir essa válvula de escape:
- decretaram que "chorar faz parte, e não tira a masculinidade de ninguém".

Mas parece que o que incomoda, de fato, a imprensa brasileira é a falta de notícias "quentes",
falta daquelas situações constrangedoras que costumávamos ver nas manchetes das últimas Copas;
esses meninos não são do tipo que sai para noitadas, não perdem o foco - estão lá para trabalhar.
Pra piorar (pra eles) a turma do David Luiz é cristã e leva Deus a sério - assim não há assunto 
para manchetes escandalosas (que vendem mais).

É uma pena. Nesse momento em que lamentamos a falta de integridade e profissionalismo de 
nossas lideranças em geral, bem que se podia usar os rapazes da Seleção como exemplo de 
trabalho duro, esforço pessoal, tenacidade e integridade.
Não posso avaliar essa questão do choro para os homens. Mas não acredito que a força de um
homem está no simples controlar de algumas lágrimas - ser homem é muito mais que isto!


Até parece que a esses integrantes da mídia estão em outra dimensão - não fazem parte desta
Nação de jogadores e torcedores.
Pode até ser que esses machões da mídia "nunca chorem" (em público) - mas que falam bobagens,
como meninos de calças curtas - lá isso falam!









quarta-feira, 25 de junho de 2014

O SEU SARNEY

Nestes últimos dias o político de carteirinha José Sarney anunciou que vai se retirar da vida pública, após 60 anos de "trabalho pela causa do povo"...      Conta outra!
Sabe-se que a família Sarney domina a política no Maranhão por longos anos, além de ter acumulado uma fortuna que um trabalhador comum dificilmente conseguiria. 
Em rota contrária, o Maranhão é um estados mais pobres da Federação.
Então não dá para concordar que o Sarney tem 60 anos de serviços prestados à vida pública: - ele sempre trabalhou em causa própria e se deu muito bem.
Toda a sua trajetória é de "adesão": - em todo esse tempo de vida pública, ele e sua família sempre estiveram aliados ao Governo da hora - nunca foi oposição!
Pena que sua vaga não seja cancelada - só podemos torcer para que seja ocupada por um brasileiro patriota, que defenda os interesses do povo - mas esta é uma esperança muito tênue...
A questão urgente é identificar os Sarneys da demais regiões do País - quem são os políticos que estão se dando bem na vida pública - e não reelegê-los, nem votar em quem recebe seu apoio.
Alguns sites já informam o patrimônio pessoal de cada político - dá para conferir.
Mas é preciso observar a lista pelo sobrenome - filhos, sobrinhos, genros e noras - em geral, toda a família dos políticos se beneficia dessa tal "vida pública"!
Aqui em Santa Catarina, a dança das cadeiras já começou: - os prováveis indicados para concorrer às eleições têm os mesmos sobrenomes - os "Sarneys" daqui não querem abrir espaço.
Temos um longo caminho a percorrer para chegar ao nível das democracias excelentes, onde os representantes do povo trabalham por vocação e não buscam seu próprio enriquecimento.
Mas é hora de eleições: - podemos "aposentar" todos os "Sarneys".

terça-feira, 10 de junho de 2014

PERSISTEM NO ERRO!

Ouvi hoje cedo uma notícia breve sobre a inauguração da nova torre de TV de Brasília, reformada para atender à demanda dos turistas que visitam a capital do País.
Ela estava mesmo bem gasta e precisava de uma boa reforma - nada a questionar.
A questão é o custo dessa infeliz reforma: - DOZE MILHÕES DE REAIS!!!!!!!
É certo que não ando comprando ferro de construção, nem concreto ou mesmo tintas especiais anti ferrugem.  Além disso, sendo em Brasília, talvez os preços sejam mesmo bem mais elevados...
Mas 12 milhões de reais é muita grana!    Que torre cara, hein? 
Penso que muitos construtores do Brasil fariam por um preço menor. 
E nem dá para falar nos empreiteiros do Japão: - mesmo que apresentassem a conta em ienes (dólares?) 
- acho que seria mais em conta...
O que dá para se constatar, de novo, é a falta de objetividade, falta de prioridades que determina quase todos os atos do Governo - será que não enxergam a falta de hospitais, escolas, creches, estradas?
Como podem não perceber que o povo precisa de obras muito diferentes de uma simples torre de TV? 
E ainda se dizem governo popular...   

segunda-feira, 9 de junho de 2014

VIZINHO NORMAL

Ocorreu em São Paulo, mais um crime brutal, desta vez num condomínio de classe média:
- é o caso do morador que matou, esquartejou e tentou incinerar o corpo do zelador do Condomínio.
O assassino confesso alegou que a vítima havia "ameaçado" seu filho pequeno.
Além do espanto e horror pela situação mórbida, há que se pensar sobre o espaço que o egoísmo e a necessidade de satisfação pessoal têm ocupado na vida de pessoas comuns, "que podem estar morando na porta ao lado".
No caso, o assassino é uma pessoa que possui diploma universitário, casado com uma advogada.
Residia em um condomínio de bom nível e tinha até casa na praia. (Dizem que era um bom vizinho - normal!!!)
Talvez tivesse bens demais. Talvez sua vida estivesse tão excessivamente focada em suas necessidades pessoais, que as demais pessoas não tinham importância - suas vida não tinham nenhum valor.
O Crime não foi cometido por um motivo relevante - nem foi preciso.
Um desentendimento, uma discordância por motivo banal, um simples desagrado se transformaram em motivo forte para exterminar a pessoa que causou aquele desconforto - simples assim. É só matar.
                          Como assim, matar? Exterminar?
Já faz algum tempo que a mídia expõe manchetes sobre crimes hediondos, cometidos por menores infratores - lembra o caso do menino arrastado pelas ruas de uma bairro no Rio de Janeiro? Pois é. Naquele caso, havia a "desculpa" da falta de oportunidades dadas ao menor, o despreparo da família, a ausência do Estado, bla,bla,bla.
Mas agora, temos um assassino que não se encaixa neste perfil - ele não é um menor abandonado.
Então resta aos "especialistas" explicar o inaceitável: - o egoísmo, o excessivo afagar do próprio ego,
a necessidade de satisfazer todas as necessidades, conforme o dinheiro e o poder que se tem - ou não!
Não dá mais para dizer que o ser humano é bom por natureza: - somos egoístas.
A frase "você precisa se amar" tornou-se verdade, de tanto ser repetida pelos egoístas da TV:
- é chavão para mulheres inconformadas com o efeito que o passar dos anos produz no corpo; são homens irresponsáveis que deixam a família em casa, para curtir noitadas com "prazeres" inconfessos; são pais egoístas que "pagam" para que alguém cuide de seus próprios filhos, para que possam usufruir seus momentos de inconsequência e desregramento.
A partir desse sentimento de satisfação pessoal "até as últimas consequências", não dá mesmo para respeitar pessoas comuns que tenham opiniões diferentes, ou "levar desaforo para casa": - qualquer pessoa estranha a esse "desejo" significa uma ameaça - e precisa ser eliminada...
Foi isto que fez o publicitário em São Paulo, é assim que age o cara que saca uma arma do porta-luvas e mata o motorista ao lado, só porque ele deu sinal de luz, buzinou ou gritou um palavrão.

Quão distante estamos do Modelo ensinado por Jesus Cristo:
"Quando Pedro perguntou : -Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu ofensor - sete?
  E Jesus respondeu: não te digo apenas sete, mas setenta vezes sete" (Mat 18:21-22).

Nesse episódio, a ênfase do Filho de Deus era necessária, pois Ele estava ensinando a respeito de um princípio fundamental para os relacionamentos humanos - o perdão.
Em nosso tempo diríamos desculpar, deixar para lá, "esqueça!".

Contudo, nos tempos atuais, não há mais espaço para os mandamentos de Jesus: - que conversa é essa de perdoar, amar o próximo "como a si mesmo"? A maioria das pessoas nem sequer ouviu falar sobre isso, porque institucionalizou-se (como política de Estado,) a descrença neste Deus Soberano: - já não há espaço nos currículos escolares para o ensino de Sua Lei ("Não matarás!").
Por isto, chegamos à barbáries como esta: - tirar uma vida como se esmaga uma barata.
Há milhares de amantes de si mesmo por aí - muito preocupados em "ser felizes" - fazem qualquer negócio, abandonam filhos e cônjuges, negam valores de família.
Quanto às consequências de qualquer ação cruel para garantir esse total contentamento, tendo dinheiro para pagar um bom advogado, sempre se dá um jeito...
Mas que ninguém se engane : - não existe real contentamento às custas da desgraça alheia.
Se a justiça dos homens não corrigir o abuso contra o semelhante, a própria consciência, mesmo que escondida nas profundezas da alma, irá reagir -  e o sofrimento interior será implacável.
Ferir a Lei de Deus não é sinal de inteligencia!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

POR QUE NÃO DEU CERTO?

Já faz muitos anos que nós, os brasileiros, ouvimos falar que o Brasil "seria" o Pais do Futuro e que em pouco tempo nos tornaríamos uma Nação líder, capaz de dar bons exemplos e servir de modelo aos demais Países do mundo.
Até hoje, muitos dizem que o Brasil é um País "abençoado por Deus" e sonham com a vitória sem esforço.
Mas hoje, de tanto ouvir esse discurso sem consequencia, a bola murchou de tal modo, que nem a bola da Copa do Mundo parece despertar a fé num futuro promissor.
São tantas mazelas, tantos descaminhos que a esperança parece ridícula.
Mas, cá no fundo, uma pergunta persistente sempre volta, mesmo às mentes mais despreocupadas com o futuro: - por que está dando tudo tão errado?
Algumas constatações podem responder ao questionamento:
- faltam vias de escoamento para a produção do agronegócio e das industrias brasileiras;
 - com as estradas abarrotadas de veículos pesados, andando em ritmo lento por      "obras na pista",  o  número de mortos em acidentes cinematográficos é semelhante ao dos Países em guerra civil (como Afeganistão, Síria e tantos outros);
- nas escolas, além da falta de equipamento, qualificação e remuneração digna aos  professores, sobram  descaminhos de pedofilia, maus tratos, currículo que não  privilegia o conhecimento técnico  (que   capacita e promove mudanças), mas    estimula a sexualidade precoce ao invés de enfatizar  o  patriotismo, o respeito aos  direitos dos outros e às autoridades;
- as pessoas estão perdendo a vida precocemente, seja por falta de prevenção na    saúde, seja por  hábitos    deletérios de uso de álcool e drogas, promiscuidade e,  acima de tudo, porque a Saúde Pública não funciona de modo proporcional e  abrangente (quando as próprias "autoridades" procuram Hospitais  Particulares  para cuidar de sua saúde, já se sabe que a fila do SUS não atende...);
- parte importante da Imprensa (que em muitos casos pode funcionar como o 4º  Poder, ao denunciar e exigir clareza sobre desvios e desmandos), parece estar  subserviente ou mesmo conivente com o Governo da hora; - ousamos questionar  se os contratos de propaganda "oficial" valem mais do que o futuro da Nação - o  futuro de seus próprios filhos e netos;
- a extrema erotização de quaisquer eventos, seja na TV ou nas "festas populares"  tem despertado na população jovem uma fúria por possuir e dominar as mulheres  (aí podemos incluir tanto os desequilibrados moralmente (menores delinquentes),  como algumas "autoridades" do interior do País - neste momento, há uma  investigação em curso sobre políticos de um município que "compravam" o  direito de estuprar meninas e meninos);
- a Polícia, muitas vezes impotente (por desqualificação ou falta de remuneração e  condições dignas de trabalho), freqüentemente é corrompida; - é que fica difícil  acreditar nas promessas do discurso das autoridades - os policiais constatam, a  cada dia, que o Crime pode compensar;
-  a maioria dos políticos, tão logo eleitos, começa por negar de modo sistemático  e progressivo os princípios de honra e decência (prometidos antes da eleição); -  o povo já não acredita em mais ninguém, porque sabe que quase nenhum político  quer o progresso da Nação - cada um busca seu próprio progresso e  independência financeira a curto prazo;
- o Poder Judiciário está eivado de componentes políticos que impedem a garantia de uma justiça igual para todos: - alguns criminosos de colarinho branco recebem tratamento privilegiado;
- uma parcela significativa das Igrejas, que poderiam e deveriam cumprir sua  Missão de conduzir o povo nos caminhos de Deus, exercer sua função de chamar  à honestidade, à bondade e misericórdia, já perderam seu espaço, porque  perderam sua respeitabilidade; - quando os cidadãos comprovam os desvios dos  "homens santos", acabam por concluir que seu "deus" não passa de ilusão - e  fogem das Igrejas.

É fato que a vida está cada vez mais difícil para todos os cidadãos do mundo - mesmo aqueles que vivem em Países ricos - sua tecnologia, seu dinheiro e cultura substituíram o temor a Deus - com esse vazio, a falta de fé e o desencanto têm produzido altos índices de suicídios e chacinas (vide Noruega e USA).
Assim, já nem desejamos pertencer ao clube dos Países do 1º Mundo - lá eles também não estão contentes com seus governantes. e com seu modo de vida.
No final das contas, todos erramos o caminho - pegamos a rota errada.

Penso que a única saída possível é uma volta de 180 graus.

Volta aos conceitos de direitos e deveres proporcionais para todos os cidadãos (e seus familiares).
Volta à uma educação "pensada por pessoas que estudaram" e foram capazes de viabilizar seu próprio sucesso, sem a necessidade das "muletas" oferecidas pelo Estado.
Volta ao modelo de meritocracia: - chega mais longe quem se esforça mais.
(Isto precisa valer para os assentos privilegiados do Poder Público - em todos os níveis).
Volta a um novo Sistema de Leis que  possa responsabilizar e punir todos os que cometem crimes - seja roubar uma bicicleta, cometer estupro, assaltar um banco, assassinar, drenar ou desviar os recursos públicos para interesses escusos - independente da idade.
Volta aos valores de família - no modelo desenhado por Deus - com respeito mútuo, amor, honra, fidelidade e muito trabalho.
Finalmente, reconhecimento que a Lei de Deus é Suprema - precisa ser cumprida.

Além destas "voltas", há muito que se rever, reverter, fazer de novo - nosso País precisa de uma reconstrução total - e vai precisar da "mão de obra" de cada brasileiro, cada cidadão que se interessa pelo futuro de sua família.
Um novo tempo pode começar a partir das eleições de outubro - podemos eleger gente de outro nível, pessoas imperfeitas, é óbvio, mas que tenham a motivação correta.
Penso que ainda dá tempo para voltar.







sábado, 31 de maio de 2014

CHORAI COM OS QUE CHORAM...

A frase que serve de continuidade ao título "e alegrai-vos com os que se alegram" não se aplica ao momento presente (este é um mandamento de S.Paulo aos cristãos em Roma (cap 12:15).

É evidente que não vamos nos alegrar com os "bandidos" do Brasil que estão fazendo festa pela saída do Ministro Joaquim Barbosa - parece que todos os "fora da lei" de nosso País estão comemorando.

Prefiro chorar com os cidadãos de bem do Brasil.
Esta é mais uma daquelas perdas que não têm qualquer substituição - este JUIZ, no Supremo Tribunal Federal, era imbatível.
O Ministro Joaquim - nosso herói - foi um cidadão integral: - corajoso, ousado, inteligente, perspicaz e honesto. É óbvio que não podia durar muito tempo naquela função. Ele sempre esteve muito acima do nível da maioria dos seus pares, em qualquer situação.
Devia ser perigoso mesmo conviver com este homem probo, trabalhando na sala ao lado - os desonestos não podiam dormir à noite.
Era forçoso exercer a maior pressão possível para que ele saísse expontaneamente -  de modo simples e rápido.

Muito possivelmente nunca saberemos a razões exatas de sua renúncia, mas podemos imaginar a extrema pressão a que ele estava sujeito, desde o momento em que resolveu encarar e julgar com equidade alguns dos mais perversos criminosos de nossa Nação.
(Aquele "cara de voz rouca" bem que poderia dizer: "nunca na hixtória desse País houve um homem correto como o Ministro Joaquim" - mas é claro que ele nunca vai reconhecer isso - está acima de seu intelecto...)

O modo como o Ministro Joaquim exerceu seu trabalho no STF, julgando sem qualquer preconceito, o diferencia da maioria de seus colegas da Magistratura.
Sua capacidade de julgar com  isenção, vem de sua origem: - ele passou por muitas exclusões por ter sido pobre e negro.
A maioria dos demais Juízes não tem como enxergar essa situação pela qual passa a maioria dos cidadãos brasileiros - é que nunca sofreram na pele, como o Ministro Joaquim Barbosa.
Penso ser esta a razão pela qual, frente aos criminosos de colarinho branco, o Ministro Joaquim via apenas o caráter, as intenções, as desonestidades - parece que ele possui visão de raio X. 
Não creio que ele tivesse a pretensão de punir os "mensaleiros" de forma exemplar - não! - penso que ele apenas queria que a Justiça fosse impecável - igual e proporcional, para todos.
Mas a turma do PT levou para o lado pessoal - nem poderia ser diferente...
Afinal, as ações do Ministro Joaquim levaram toda a "Diretoria" ao banco dos réus.
Como xiitas de uma doutrina perversa e sem Deus, esse pessoal não possui a capacidade de "pensar" um Brasil que respeite o direito de livre pensamento e modo de viver de cada cidadão - principalmente daqueles que pagam impostos e sustentam o País! (Só os petistas sabem o que é melhor para o Brasil...)

Lamento pela saída do Ministro do STF - parece que sua vaga será preenchida por alguém que "julgue" conforme as intenções do Governo da hora - mais lamentável ainda!
Mas estou certa de que o cidadão Joaquim Barbosa não ficará ausente - não vai se omitir - de algum modo vamos continuar contando com ele!
Que Deus o inspire e abençoe!


domingo, 25 de maio de 2014

DESENCANTO PERIGOSO

Neste final de semana os cidadãos da Comunidade Européia deverão comparecer às urnas para eleger os representantes de cada País participante do Grupo, no Fórum sediado em Genebra: - a cidade mais neutra do mundo(???).
Acontece que o maior sonho de cidadania - decidir seu próprio destino, e ter suas aspirações defendidas por representantes dignos e competentes no Fórum adequado - não está motivando os cidadãos da Europa - eles não estão empolgados com essa ideia de votar - o apelo não desperta seu interesse.
Também na conturbada Ucrania os eleitores estão indo às ruas neste domingo - há muitos interesses escusos em jogo - os ucranianos sabem que não podem abrir mão de seu direito de escolher seu futuro, neste momento tão difícil. Mas como depositar a esperança em um sistema muito parecido com o anterior, que levou seu País à atual situação? Como garantir que seu voto será a melhor escolha e contribuirá para mudar, para melhor, a vida dos cidadãos?

Se considerássemos apenas os cidadãos tidos como "depositários da cultura moderna", já seria trágico: - desiludidos, esses europeus acabam por transmitir uma mensagem de absoluta descrença em qualquer tipo de Sistema de Governo.
Mas no resto do mundo a situação não é muito diferente.  Os Países com Democracias "controladas" pelos Governantes da Hora, tornam o voto obrigatório - temem que o povo vire as costas às suas propostas políticas.
Então o povo vota - mas sabe que pouca coisa vai mudar para melhor.
Assim acontece em quase todas as Democracias do 3º Mundo e também dos Países ditos "em desenvolvimento" - como o Brasil.

Aqui em nosso País estamos às voltas com grandes movimentações para a Copa do Mundo e logo a seguir, as eleições majoritárias em outubro próximo.
É lamentável que também estejamos nós, todos os brasileiros conscientes, com esse gosto amargo de descrença e desânimo quanto ao futuro Governo do Brasil.
Todos desejamos mudanças de base, estruturais - daquelas que arrancam a praga pela raiz.
Mas as propostas atuais não nos empolgam - os candidatos que se apresentam têm discursos semelhantes e demagógicos - há muita chantagem política, muita difamação do "outro candidato", muita propaganda enganosa.
Parece que todos eles têm "DNA" semelhante - alguns poucos até conseguiram reduzir a contaminação original - mas ela está lá, no cerne.
Os alertas abaixo poderiam estar em todos os Jornais da última semana:

       "Ai daqueles que nas suas camas intentam a iniquidade e maquinam o mal; 
         à luz da madrugada o praticam, porque o poder está mas suas mãos";
       "... fazem diligentemente o mal; assim demanda o Príncipe, e o Juiz julga pela recompensa, 
         e o "Grande" fala da corrupção da sua alma, e assim todos tecem o mal".

Não parecem adequados (e atuais) aos desgovernos em muitos Países pelo mundo todo?
Pois foram escritos há mais de 2 mil anos pelo profeta bíblico Miquéias (capítulos 2:1 e 7:3)

Então não dá para estranhar a falta de empolgação pelo exercício do "direito" de votar - nem nos Países do 1º Mundo, nem entre os povos menos privilegiados.
Sempre soubemos que o ser humano é propenso ao mal e extremamente egoísta.
Não dá mesmo para esperar absoluta honestidade e correção dessas pessoas que pretendem nos representar - é que o Poder corrompe - até aos que se dizem incorruptíveis!

Mas é preciso lutar - é necessário exercer a cidadania - somos os legítimos proprietários da Nação, e devemos defender um futuro melhor para a geração que nos seguirá.
Vale observar o alerta registrado por Moisés, no livro de Êxodos 23:2:

"Não siga a multidão para fazer o mal, nem participe de alguma demanda, tomando parte com a maioria, para "torcer" o direito".

Esta é a hora de usar os canais corretos para todas as manifestações: - "todos" os governantes (em qualquer nível) só estão no trono do Poder por causa de nosso voto - a favor, branco ou nulo. 
Se não os elegermos, eles irão desaparecer da vida pública. 
De minha parte não pretendo reeleger ninguém! E continuo em oração a Deus por meu País!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O QUE FIZERAM COM O MEU PAÍS?

Já faz algum tempo que os brasileiros "pensantes" discordam das ações do
Governo na condução do Brasil.
Agora, em vista de tantos atos de violência, quebradeiras, invasões de
patrimônio público e privado, greves que impedem o direito de ir e vir,
fica claro que tudo o que foi feito, neste últimos anos, não funcionou para
o bem - produziu o mal.          Observe comigo:
- fizeram uma Lei que "protege os criminosos abaixo de 18 anos", mesmo
aqueles contumazes e cruéis; resulta que todos os crimes contra civis têm o
envolvimento desses "menores", que ficam impunes, além de ter sua ficha 
policial "branqueada" ao completarem 18 anos;
( como esperar que a criminalidade não se torne o modo de vida desses
delinquentes (e suas famílias)? - para eles o crime está compensando;
- o Ministério da Educação instalou máquinas-dispenser de preservativos
para todos os alunos das escolas públicas; - com o sexo irresponsável
"incentivado", cresceu a população de meninas que estão grávidas já pela
segunda ou terceira vez, "despejando" nas ruas crianças sem pai e nem
mãe - futuros menores infratores - o circulo é vicioso;
- as bolsas-família, celular, internet, gás (etc) não conseguiram satisfazer
o  povo que não tem trabalho, nem moradia, saúde ou escolas que
preparem bem suas crianças: - os movimentos dos sem teto invadiram as
principais avenidas das maiores cidades do País, instalando o caos, com
a depredação do patrimônio público e privado;
- a Polícia não pode agir de modo contundente com os bandidos - há sempre
algum celular para filmar a "violência" dos policiais; qualquer foto
"incriminadora" basta para colocá-los no banco dos réus - nossa Polícia
está amedrontada e acuada, e os bandidos se aproveitam disso;
- os sem terra (liderados por profissionais de protestos) num dia fazem foto
e acordo com a Presidente Dilma e 1 semana depois, queimam pneus, fecham
vias importantes de trânsito em São Paulo e "ameaçam soltar a tropa";
- o salário da maioria dos trabalhadores é muito baixo, não há saúde de
qualidade, nem escolas, nem policiais dignamente remunerados porque
pagamos salários de marajás a um número excessivo de "Parlamentares
e assessores" nos postos de Comando;
- a Presidente do País indicou para a Suprema Corte alguns juízes que
simpatizam com sua própria ideologia política (solicialismo); alguns votos
de grande relevância têm sido questionados, e a mais alta Corte de Justiça
do País deixa de ser referência de justiça "igual" para todos;
- com a gastança desmedida e a incompetência na gestão das obras para a
Copa do Mundo, o povo já nem ama tanto o futebol assim: - muitos grupos
estão se organizando para aproveitar a visibilidade da mídia internacional 
e mostrar as mazelas de nosso País; - não podemos imaginar o que vai 
de fato acontecer nos dias dos Jogos da Copa - "torcemos" para que tudo 
corra em paz;
- e para completar o quadro de desesperança, o atual (des)Governo 
pretende se manter no comando do País, concorrendo à reeleição que vai
ocorrer em outubro próximo...

Muitos Países no mundo todo enfrentam problemas semelhantes aos 
nossos; alguns usam a força militar, a força dos movimentos populares, 
arriscando vidas inocentes para manter ou tomar as rédeas do Governo.
Mas aqui no Brasil, esperamos que haja uma retomada do caminho 
correto, através da manifestação das urnas (sem violência): 
- queremos um jeito eficiente, transparente e justo de Governar;
- queremos gente nova concorrendo aos Postos de Comando e Liderança;
- queremos gastar menos com salários e mordomias  para Políticos, 
  e mais com as necessidades básicas dos cidadãos;
- queremos gente qualificada para a Gestão Pública;
- queremos modernização e eficiência de todos os Códigos de Leis;
- queremos que os corruptos e corruptores sejam banidos de nossa Nação;
- queremos o direito de andar pelas ruas sem medo de "menores-bandidos";
- queremos que os criminosos atrás das grades sejam impedidos de 
  comandar o crime organizado nas cidades.


Queremos nosso amado Brasil de volta! 


quinta-feira, 15 de maio de 2014

TRANSFERÊNCIA DE RENDA

Para garantir algum resultado melhor nas próximas eleições, o Governo Federal acabou
por premiar aqueles que dependem do bolsa-família, concedendo-lhes um aumento de
10%, a partir de 1º de maio.
Isto significa que o Governo reconhece o avanço da inflação e o empobrecimento do povo.
Para "compensar" um pouquinho os cidadãos que pagam imposto de Renda, a presidente
também concedeu um reajuste na tabela do I.Renda na casa dos 4,5%.

É importante lembrar que os impostos cobrados em nosso País, é que sustentam a
distribuição das tais bolsas-família e de todos os outros pacotes de bondade que este 
Governo concede tanto aos que precisam (de verdade), mas que também premiam o menor 
esforço e até a delinquência, no caso da bolsa-presidiário. 
Mesmo os pobres, com renda abaixo do nível exigido para declarar (e pagar) Imposto de 
Renda, não podem fugir do pagamento dos impostos, pois eles estão embutidos nos itens 
básicos do consumo das famílias.
A diferença entre 10% e 4,5% é muito grande, se considerarmos o volume de cada grupo.
Trata-se de uma contínua e crescente "transferência de renda", que de fato não favorece
a ninguém, com excessão daqueles que mamam nas tetas do Governo. 
Com a inflação crescente, a cada ano, os cidadãos que pagam impostos compulsoriamente, 
(como aqueles cobrados na fonte) estão ficando mais pobres; e aqueles que são muito 
pobres não podem abrir mão dessa infeliz "bolsa-família", pois não conseguem se libertar 
da extrema pobreza e contínua dependência dos cofres públicos.


Não creio que se trata apenas da velha tática de "pão e circo"; a menos que minha visão
esteja comprometida, esta medida presidencial mais parece compra de voto.
Este é um sistema perverso que aprisiona os pobres na dependência dessas doações,
fazendo com que se tornem eternamente "agradecidos" e comprometidos a votar em quem
foi tão "bondoso" com eles.

Até quando esse "sistema", que tem propaganda de humanitário, vai progredir em nosso País?
A transferência de renda, a nivelação (por baixo) do padrão de vida de cada cidadão é um
sonho antigo de todos os socialistas - nasceu com Karl Marx, um revolucionário alemão que
viveu no século XIX (não creio que ele manteria a mesma teoria se vivesse em nosso País).
Com o número crescente de pobres em nosso País, acrescido dos imigrantes dos Países
vizinhos, o "cobertor social" vai ficando cada vez menor - o Governo "bondoso" vai precisar
de um cobertor bem maior.
Sabemos que não haverá cobertor para os que pagam impostos.
A menos que haja mudança de 180% na política do Brasil, essa conta ficará cada vez mais
impossível de equilibrar. Será que os brasileiros encaram? Em outubro próximo?



sábado, 10 de maio de 2014

ESSAS MÃES...

Como esperado, chegamos mais uma vez ao Dia das Mães - com o costumeiro comércio
 dos presentes "que sua mãe merece...".
De fato, receber presentes pode ser legal, mas muitas mães, quando enfrentam dificuldade
financeira em sua própria família, sempre dizem que não precisam de nenhum presente 
- as mães, em geral, são pragmáticas...
Mas gosto de nadar contra a maré, por isso me permito questionar o endeusamento das
mães, neste dia que foi tomado de posse pelo Comércio e pela Mídia.
Se estivéssemos considerando o modelo ideal de mãe - amorosa, gentil, desprendida,
bela, onipresente, com saúde de ferro (eterna), altruísta e atualizada e absolutamente
comprometida com Deus - até que poderíamos colocá-la no trono como uma quase
divindade, Mas as mães não seres divinos - todas elas têm qualidades e defeitos (esses
vêm de fábrica!).
Em nossos dias, quando o ato de gerar um bebê nem sempre é fruto de consciência e
planejamento, muitos filhos não consideram suas mães tão boazinhas assim.
Além disso, o orçamento apertado tem obrigado as mães a dobrar a carga de trabalho fora 
de casa; ao fim do dia elas chegam exauridas e, apesar do imperioso cuidado com os
filhos, elas podem "pedir água: - me dá um tempo..." - e os filhos terão que esperar.
É claro que elas não precisam de tanto tempo assim para repor as energias: - em geral, uma 
chuveirada resolve e ela fica nova em folha e pronta para dar atenção a todos.

Às mães que lutam com a jornada dupla quero lembrar que as urgências do cotidiano nem 
sempre são tão urgentes assim. É preciso fazer uma lista de prioridades. 
Talvez você aproveite a folga do Domingo, e descubra que há poucas coisas que são, 
de fato, inadiáveis e imprescindíveis. 
O tempo gasto com a organização, o funcionamento e a limpeza da casa, pode ser bem melhor 
empregado no relacionamento "olho no olho" com os filhos. 
A missão de "formar" os filhos cabe, em grande parte, às mães: - o tempo que passamos com
eles vai fazer diferença quando chegarem à idade adulta.
Em todas as situações, o equilíbrio será muito proveitoso: - nem limpeza demais, nem fogão 
demais,  nem jardinagem demais!
Mas também não se pode passar tempo demais com os filhos - cuidados demais sufocam! 
Além disso, as mães são seres humanos femininos, que precisam de seu tempo de beleza, de 
descanso, de fazer nada, de ser mulher!
Então vamos combinar: - presentinho ou presentão sempre agradam.
Via de regra, os filhos amam suas mães de verdade - querem agradá-las sempre; mas algumas
mães pressionam demais, controlam demais, exigem atenção demais!
Se cada parte cumprir o seu papel com bom senso e equilíbrio, mães e filhos ficarão satisfeitos
e a vida em família será muito compensadora e relevante. Todos ganham quando todos ganham!  
Que este seja um feliz Dia da Família!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

MUDANÇA NA GRADE CURRICULAR

Quando nos deparamos com as notícias da violência que invade a vida de todos os
cidadãos brasileiros, costumamos pensar que não tem mais jeito - "vai de mal a pior".
Pois eu prefiro pensar que esses "menores infratores" e os criminosos de colarinho
branco (ou camisas de grife) estão se multiplicando em nossa Sociedade, porque há
muito tempo a Escola fechou o espaço para os ensinamentos de respeito e temor 
a Deus, dos valores, das regras de convivência em sociedade e a valorização da vida.
É certo que esses ensinamentos estão muito mais na responsabilidade das famílias,
mas a Escola tem um papel importante na formação da cidadania.

O currículo Escolar que o Estado propõe é árido, focado nas atividades de satisfação
das supostas necessidades individuais e imediatas dos alunos: - é cada um por si.
Há espaço para aulas de capoeira, dança de rua, ecologia, esportes em geral e visita
aos centros históricos, mas não sobra tempo para a educação formal de alguma língua 
estrangeira (indispensável já nos dias atuais), nem uma boa base na matemática.
Quase nada se faz para ensinar a língua portuguesa com a didática atualizada e correta,
que possibilite às crianças descobrir o prazer de uma boa leitura, e nem são ensinadas
técnicas para que eles saibam formular e redigir suas próprias idéias, de modo adequado.

Não creio que faltem profissionais do ensino competentes para fazer um trabalho bem feito.
Penso que o problema é bem mais sério. A julgar pela ênfase nos conteúdos que não abrem
espaço para os valores familiares, o respeito ao direito do outro e até a solidariedade,
parece que a ideologia dos "pensadores e formuladores" do Ensino e da Cultura em nosso
País, visa produzir uma geração cada vez mais pobre intelectualmente e, por consequência,
incapaz de avaliar, criticar e fazer suas escolhas de modo consciente.

Gosto da ideia de que, a partir da eleição de outubro, poderemos ter uma mudança radical
na ideologia que dita as regras de formação acadêmica de nossos estudantes - a grade
curricular deve ser mais ortodoxa, mais parecida com os Países que deram certo.
Para que o Brasil tenha futuro, a meninada que frequenta as Escolas precisa de uma base
sólida, uma formação que exija trabalho, dedicação e objetividade - o lazer pode esperar.
Antes de formar bons técnicos, precisamos formar cidadãos responsáveis.
As aulas de Educação Moral e Cívica precisam retomar seu espaço na grade curricular.
E estamos precisando urgentemente que essa meninada conheça, aprenda e respeite as Leis
de Deus: - especialmente aquela Lei que proíbe qualquer violência à vida do próximo.



segunda-feira, 5 de maio de 2014

QUEM SÃO OS ASSASSINOS?

Atualmente, temos ouvido muitas notícias sobre crimes de morte - assassinatos com
crueldade, acidentes de carro que poderiam ter sido evitados, perda de vidas jovens
que, inadvertidamente, expuseram-se a si próprias ao perigo.
Em geral manifestamos pesar, lamento e tristeza, mesmo não conhecendo as vítimas.
Mas nesse momento de preparação para a "dança das cadeiras no mundo dos políticos",
em vista das eleições de outubro próximo, talvez seja útil refletir sobre o perfil desses
assassinos.
Não!
Não vou falar da pessoa que sacou a arma e atirou para matar.
Não vou falar do motorista bêbado que invadiu a pista na velocidade e no momento errados.
Não vou falar do estuprador, nem do pedófilo, nem do ladrão oportunista. 
Não quero falar do traficante que mata para garantir seu excelente padrão de vida, com a
venda  de drogas.
Hoje quero refletir a respeito dos "responsáveis" pela estado de coisas ao qual chegamos,
pela violência incontida, pelo descalabro que estamos vendo acontecer aqui no Brasil,
no tempo que se chama hoje: - os legisladores. 
A cada 4 anos todos os brasileiros comparecem às urnas eleitorais e concedem uma
"procuração" para que outras pessoas os representem como vereadores, como deputados 
estaduais e federais, e como senadores - para fazer Boas Leis! 
Quando pensamos na violência que grassa em nosso País, como um fogo avassalador,
nos acomodamos na posição de "juízes" e condenamos os próprios assassinos, a Polícia
e todos os que respondem pelos atos de Justiça Legal.
Creio que nosso grau de visão precisa de correção: - a falta de valorização da vida,
a leniência no trato dos crimes cruéis, a violência contra os indefesos só sobrevivem e
florescem porque aqui, em nosso País, as Leis são inadequadas aos tempos atuais,
e aquelas que são adequadas não são cumpridas com o rigor necessário.
Os Legisladores - aqueles que são pagos para fazer, rever, corrigir e atualizar as Leis - 
não cumprem o seu papel. Se eles fossem remunerados por produtividade, estariam à 
míngua - não produzem Leis inteligentes e funcionais que protejam os cidadãos de bem
(guardadas as honrosas excessões).

Crimes com requintes de crueldade, como o assassinato de inocentes indefesos por causa de
dinheiro, os atropelamentos de pessoas comuns que andam à pé pelas ruas, num ridículo
exibicionismo de um carro de luxo (e potência), a violência contra crianças angelicais que,
se não provoca a morte do corpo, em geral extermina a alma - tudo isso é tratado com o mesmo
peso de um "crime contra a natureza" - seja ela um passarinho, uma árvore, um riacho.
Uma árvore nativa, um passarinho, um riacho são impedimento para a construção e adequação
de rodovias e acessos viários mais seguros - que valorizem a vida.
A natureza é, de fato, digna de todo o cuidado - não podemos prescindir de sua preservação.
Mas a vida de um ser humano vale muito mais!

A Lei impede a punição exemplar de um "menor" de 17 anos e meio, que pode votar, já sabe 
procriar e até matar por motivo banal, porque ele é tratado, como um ser "inimputável"...

A falta de boas Escolas, Hospitais adequados, Creches disponíveis para que os pais possam
trabalhar tranquilos, é tratada como um caso banal - "aqui é assim mesmo"...
O "administrador" que não soube gerir gerir os recursos públicos com objetividade e 
transparência, não é punido - nem paga multa. 
Quando muito, recebe uma advertência, é transferido para outra área - no máximo perde o 
cargo, pois não há Lei que o responsabilize criminalmente.

A criança foi (mal)criada e (mal)educada nas ruas, o doente morreu na porta do hospital por 
falta  de vagas, equipamentos e médicos, cidadãos foram covardemente assassinados nas 
estradas mal conservadas e/ou inadequadas ao fluxo real de veículos; 
- mas os "responsáveis" por não "fazer nada" continuam nos seus gabinetes confortáveis 
e trocam de cadeira, a cada eleição - não há Lei que os possa responsabilizar.

A TV vende imagens de desrespeito aos pais e às autoridades de todos os níveis, exalta o ato
sexual inconsequente, ensina a violência por meio de armas de todo tipo, e não há Lei para 
cobrar dos produtores desse tipo de "entretenimento" a responsabilidade pela atual falta de
valor à vida, à família, às autoridades constituídas. 
Não é suficiente alegar-se que basta trocar de canal - na miséria, o "lazer" da família é 
deleitar-se com tudo o que passa na TV. Ninguém troca o canal...

Precisamos de Leis que desestimulem os possíveis criminosos, antes que cometam seu desatino - 
eles só deixarão de cometer tantos crimes, quando perceberem que o "crime não compensa".
As Leis brasileiras precisam ser escritas de novo - com o olhar crítico dos profissionais do
Direito, da Polícia e até dos especialistas em língua portuguesa - qualquer palavra ou 
expressão "enxertadas" no lugar errado, poderão abrir brechas que irão, no tempo conveniente,
beneficiar os assassinos da vida - no físico e na alma.

Construir mais presídios de segurança máxima, contratar mais conselheiros tutelares, criar mais 
grupos de trabalho com especialistas em crimes pela internet - tudo isso é como tirar água do 
oceano com um dedal - não resolve o problema na origem.
Criminosos e mentes deturpadas pelo mal existem em todas as Sociedades, em todos os tempos.
O que determina o baixo (ou alto) índice de criminalidade em cada País é a qualidade e a 
execução de suas Leis, que precisam proteger a vida, os valores da família, basear-se nos 
Preceitos do próprio Deus. 
Daí, a solução está na qualidade dos LEGISLADORES aos quais vamos dar nosso voto de
confiança nas próximas eleições - depois é esperar que exerçam seu trabalho (ou não).




quinta-feira, 24 de abril de 2014

NÃO PROTEGEM AS CRIANÇAS!

Há poucos dias foi divulgada a morte cruel do menino Bernardo, numa pequena cidade do Rio Grande do Sul. A comoção geral é muito justa, pois a violência contra um menino bom, motivada pela maldade e a ganância humanas chocam mesmo.
As declarações e os fatos atestam que o menino (12 anos) era uma ótima pessoa, morava numa casa linda e pertencia à uma família rica, tendo um pai influente (Diretor médico do Hospital da  Cidade), e recebia todas as vantagens que o dinheiro pode garantir.
A imprensa explora o tema o tanto tempo quanto for possível - é um assunto que "vende" bem.
Mas algumas declarações de grande consternação soaram falsas: - tratava-se de pessoas que, à frente de um microfone ou uma câmera de TV, pretenderam parecer piedosas e sensíveis. 
Pense comigo:
- uma vizinha, em certo dia, viu a madrasta correndo com uma vassoura para bater no menino, mas achou que era uma simples brincadeira (será que ela só viu essa cena uma única vez?); 
- os outros vizinhos, quando percebiam que o menino estava do lado de fora da casa, sem poder entrar, (porque a madrasta só abria a porta quando o pai dele chegava), não achavam estranho?
- os "Conselheiros tutelares" fizeram declarações reconhecendo que o Bernardo era uma criança infeliz, mas eles não podiam fazer nada...
- as professoras da Escola, onde ela era "uma criança tão amável e especial", percebiam que ele
era solitário e abandonado pelo pai, mas ninguém ousou denunciar esse abandono; será que a 
posição social do pai, que pertencia à alta classe da cidadezinha e tinha boas relações foi um empecilho para uma denúncia?
- a avó materna havia pedido a guarda do menino, com todos as providências e provas legais, mas foi ignorada pela Justiça, muito embora ela tivesse sido proibida, pelo pai do menino, a ter contato com o neto, logo após a morte também trágica de sua mãe; a Autoridade Judicial entendeu que o pai não podia ser uma pessoa tão perversa assim - afinal ele pertencia à classe A...; julgaram, segundo suas convicções, que o menino devia estar fantasiando, como é comum nas crianças... 
É importante lembrar que essa avó havia perdido a própria filha (mãe de Bernardo) quatro anos atrás, em circunstâncias cruéis, e mesmo assim não mereceu nenhuma consideração por parte do Magistrado de Plantão (numa cidade pequena, é provável que Juiz e médico frequentassem o mesmo Country Club nos finais de semana...).
- a Promotora de Justiça e o próprio Juiz aos quais o menino havia pedido socorro (pessoalmente), pouco tempo antes de sua trágica morte, não deram ouvido ao seu grito de socorro; agora, eles "lamentam muito o que aconteceu, mas só fizeram o que o Estatuto da criança e do adolescente determinam": - fazer o possível para que a "família se entenda" e todos vivam felizes para sempre...
Embora o menino desse sinais claros de que corria perigo, "ninguém" correu em seu auxílio: - todos se omitiram - todos são responsáveis por sua morte, de uma forma indireta.
É que no caso de famílias ricas, ainda que não mantenham vínculos familiares de verdade, o saber
popular diz que a criança "tem tudo" - não precisa da assistência do Estado; ignora-se a criança como  pessoa, seus sentimentos, seu bem-estar emocional, e a atenção do Estado é concentrada para os casos de menores pobres e carentes, fruto, em geral, de famílias marginalizadas.
Há vários outros "Bernardos" em nossa vizinhança; alguns assassinados precocemente, outros vítimas de abusos sexuais (até de familiares próximos), outros abandonados em casa e apartamentos de luxo, nas mãos de babás e empregados domésticos, porque seus pais "não têm tempo" para ficar com eles, acompanhar seu desenvolvimento, suas amizades, seus afazeres cotidianos.
Aqui no Brasil, o Estatuto da criança e do adolescente tem sido administrado, no mais das vezes, com foco nas crianças pobres - carentes de bens materiais. Quando ocorre uma denúncia nesta população, correm para lá os conselheiros tutelares, e pouco fazem no sentido de aliviar o sofrimento da criança-vítima; apenas cumprem o que o Estatuto determina e lavam as mãos. 
Muitos desses "conselheiros" já estão no terceiro ou quarto "casamento" e pouco sabem a respeito do valor de uma família saudável e amorosa (sabe-se que os conselheiros tutelares são indicados por filiação político-partidária, e não, necessariamente por seu currículo).
Esse mesmo Estatuto é freqüentemente motivo de leniência no trato com os menores infratores - em geral, bandidos em formação, às custas do Estado; ele trata esses menores como "jovens em formação", mesmo sabendo que esses delinquentes já exercem sua maioridade e independência, quando se trata de constituir família e escolher a carreira do crime. 
No caso da adoção de crianças infelizes, abandonadas pelos pais de sangue, mesmo quando há tantas famílias "de verdade" que se dispõem a assumi-las para uma vida feliz, com carinho e conforto, esse mesmo Estatuto determina que a criança "deve ficar com a própria família de sangue". 
É o caso de se perguntar: -"quê família?" - pois sabe-se que, na maioria dos casos, pai e mãe vivem nas ruas, numa subvida de dependência às drogas e ao crime.
Não creio que esse Estatuto da criança e do adolescente tenha nascido de mentes mal intencionadas: - certamente deviam ter em mente a proteção real das crianças desprotegidas.  
Mas sua interpretação precisa ser revista, analisada por profissionais de competência comprovada. Talvez seja necessário até escrever de modo mais abrangente (ou restritivo) a maioria dos artigos e cláusulas: - a sociedade tem passado por profundas alterações; a família já não tem o lugar de destaque que ocupava até pouco tempo atrás - a criança verdadeiramente "abandonada e desprotegida" pode estar na casa ao lado - seja seu bairro de classe média, alta ou baixa !
Crianças não pedem para nascer - mas todas têm direito à uma vida feliz e completa.
Esta é a hora da cidadania para cada um de nós: é tempo de olhar e ver - perceber - usar o bom senso - defender a vida - e cobrar das Autoridades Responsáveis ações imediatas, que impeçam a perda de outros "Bernardos"!

terça-feira, 15 de abril de 2014

DEFESA DE LUXO

O Sr. José Dirceu, condenado pelos crimes cometidos no caso Mensalão, recebeu
tratamento menos rigoroso que os réus que não são políticos, como o Sr.Marcos
Valério (seus sócios) e os Diretores do Banco Rural de Belo Horizonte, por exemplo. 
As penas são não equânimes, pois está fartamente demonstrado que o acusado, além
de Chefe da Casa Civil do Governo Lula, era Líder do PT e dirigia tudo com mão de
ferro - ele era o Comandante e sabia de tudo. 
Mas isso "já era" - as penas já foram definidas. O que incomoda é que esse prisioneiro,
(tão importante para a Presidência da República), não se aquieta para cumprir sua pena.
Na semana passada ele solicitou, ao Juiz Competente, permissão para "viajar" a fim de
passar os feriados de Pascoa com a família, que mora fora de Brasília (sede da prisão).
O pedido foi negado, por não se enquadrar nas normas de execução penal, mas o
Sr.Procurador da  República chamou a questão para si, e mandou um parecer (favorável
ao pedido), para as mãos do Ministro Presidente do STF - o Ministro Joaquim Barbosa.
Agora a "batata quente" voltou para as mãos do nosso Batman: - mais uma vez ele terá 
de deixar de lado todos os demais Processos que estão à espera de Julgamento, para 
conceder (ou não) mais essa regalia a um preso condenado justamente. 
Não sou técnica na área do Direito, mas sempre pensei que a Procuradoria da República
tivesse a função de defender a Nação, representada por seu povo, seu território e bens,
a ordem geral e o cumprimento de suas Leis.
Neste caso dos condenados petistas, parece que a defesa dos condenados nunca termina,
e a cada oportunidade abre-se uma nova "janela" para aliviar suas penas.
O que torna o fato grave, é que essa defesa está sendo feita por um Órgão Federal, que
deveria tratar de assuntos de maior prioridade e relevância para a Nação Brasileira.
É lamentável que o Governo, depois que o Julgamento do Mensalão abriu as entranhas
de corrupção no seu Partido, não tenha tido a coragem de riscar esses personagens de 
sua agenda - eles ainda estão no centro das discussões.
Gasta-se tempo e recursos preciosos para cuidar de seu "conforto pessoal".

O povo brasileiro quer um "jeito de fazer política" diferente. 
Ainda que não se possa evitar os "favorecimentos" aos mais chegados (como ocorre 
em quase todos os Governos do mundo), o Brasil continua a ser uma Democracia.
Lá nos tempos da Grécia antiga, a Democracia foi idealizada como uma forma de 
governar "indistintamente para o povo e pelo povo".
Quando um candidato é eleito para o cargo maior do nosso País, precisa abandonar as
questões particulares do Partido que o elegeu. Seu compromisso, seu trabalho árduo,
sua atenção, devem ser a favor de todos os brasileiros - e há tanto a fazer...