quarta-feira, 19 de junho de 2013

A 'CORAGEM' DA ANGELINA

Acabei de ler um texto que expõe prováveis motivos comerciais para a "corajosa" exposição da Angelina Jolie: -"O site NaturalNews é radical e diz que Jolie se vendeu a uma indústria de milhões".  Trata-se da mastectomia a que ela se submeteu recentemente. A atriz concedeu uma concorrida entrevista à imprensa, dizendo que desejava incentivar outras mulheres a ter coragem e enfrentar a doença, com os meios disponíveis.
A noticia "americana" diz que a atriz recebeu uma quantia milionária do Laboratório que desenvolve os tais experimentos genéticos, que alegam ser possível detectar a possibilidade futura de câncer, a partir das Pesquisas de propriedade desse Laboratório.
Acontece que o tal Laboratório está sendo denunciado num Tribunal dos EUA, por pessoas que se dizem lesadas, ou contrárias ao procedimento proposto. Alguém alega que a declaração da atriz, citando os códigos específicos usados pelo Laboratório, tentou influenciar a decisão do Tribunal.
Os assessores da Angelina, enfatizaram as boas intenções da atriz. .
Quero crer que ela também quisesse isto. A verdade será revelada em breve.
De qualquer forma, ficou claro que a atriz ganhou "mais" notoriedade, ao divulgar um procedimento "particular" (se é que isso é possível...).  Sabe-se que os astros de Hollywood procuram preservar,
a todo custo, sua privacidade.  Desta vez, a atriz agiu de modo contrário, ao que é usual.
Não seria surpresa, se por trás de tudo, também estivesse a questão do lucro - afinal, o que não está à venda na terra do cinema?  Lá é a terra dos sonhos - sempre muito caros!
O que não gosto é do "ar" de generosidade que se tenta dar à algumas ações dos artistas famosos. Temos vários exemplos de atos de desprendimento e bondade, quando esse artistas viajam pelo mundo mais pobre - a mídia internacional sempre está por perto - "será" que é avisada?
Se as denuncias se confirmarem como verdadeiras, estaremos diante de mais um caso de exploração da imagem fabricada das celebridades - os fãs não conseguem enxergá-los como pessoas comuns, suscetíveis a acertos e também erros.
Não é diferente por aqui - a maioria de nossos "artistas" não resiste à exposição de uma câmera:
o que importa é estar nas manchetes, mesmo que os valores de família sejam descartados. 
E em quase todos os lares, as famílias se calam para recebê-los na sala principal, todas as noites...


segunda-feira, 17 de junho de 2013

O BRASIL LEVANTOU DO "BERÇO ESPLÊNDIDO"?

As manifestações dos cidadãos brasileiros nas maiores cidades do Brasil, estão nos dando uma pontinha de esperança: - será que o Brasil vai "acordar"? As palavras constam do Hino Nacional Brasileiro: "... deitado, eternamente, em berço esplêndido...", - e nunca nos agradaram muito. 
Mas eram adequadas: - o povo estava "deitado" - aceitando os atos dos governantes, quase todos opostos ao desejo da maioria. 
Muitos brasileiros, descontentes com o comportamento da classe política em geral, queriam se manifestar, mas faltava coragem - era perigoso expor a própria vida. E o povo foi tolerante, até onde foi possível.
As cenas que estamos assistindo pela televisão (prejudicadas pelos comentários de alguns apresentadores), trazem a esperança de mudanças - para melhor. Até em outros Países, há brasileiros apoiando as manifestações.
No geral, os protestos começam de modo pacífico, até que apareçam os baderneiros, que se aproveitam da situação para promover o caos ( a quem interessa?). 
O que impressiona, é que quase todas as nossas reclamações estão lá - escritas em cartazes toscos, com mal traçadas linhas.  Pede-se mais escolas com qualidade, mais dinheiro para a saúde e a segurança e, acima de tudo, pede-se restrição dos gastos com obras que não trazem benefícios permanentes - como os Estádios de Futebol.
São nossos jovens que estão mostrando a cara; há pessoas com mais idade também -  mas quem demonstra mais entusiasmo, e se expõe, é a moçada. 
Isto é ótimo, em todos os sentidos - o País que queremos "agora", será deles e de seus filhos, no futuro. Se nossos governantes ouvirem o clamor das ruas, e mudarem o rumo de suas ações, o País só será melhor, daqui a 2 ou 3 gerações.
É muito bom que a internet possa conectar todo mundo - dá até para aconselhar a moçada a ter moderação e muita prudência: - é uma hora de grande importância para o Brasil - não pode ser manchada com atos de vandalismo e incitação aos caos.
É preciso identificar os baderneiros - e limitar seu espaço.
Para que as manifestações sejam legitimadas, devem ser ordeiras e pacíficas. 
Qualquer ação impensada, obrigará as autoridades a responder - e a resposta poderá ser violenta.
E o Brasil não pode perder esse momento - é hora de mudanças - já!

domingo, 16 de junho de 2013

VAIA

Ontem o Brasil estreou na disputa da Copa das Confederações - e ganhou, por 3x0. Foi um bom jogo - como dizem os comentaristas, foi um jogo jogado. Mas a parte de abertura do Torneio foi marcada por um momento ruim: - quando a Presidente apareceu na tribuna de honra, ela foi vaiada.  
Creio que ela já previa hostilidades. Já fazem alguns dias, que as pessoas comuns estão manifestando profundo descontentamento com as ações do Governo, em geral.  
Pelo que me consta, uma das primeiras manifestações, aconteceu em 05/06, na marcha pela defesa da família (e seus valores morais), promovida pelos cristãos em Brasília; na pauta constava também, a luta contra o aborto, contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a defesa da liberdade de expressão. Estavam lá perto de 100 mil pessoas - evangélicos, católicos, até pessoas sem nenhuma religião oficial, que se uniram no mesmo objetivo - e protestaram pacificamente, sem deixar lixo nas ruas e sem confusões com a Polícia.
Depois vieram as manifestações orquestradas por sindicatos, em luta por melhoria de salário de algumas categorias, em algumas capitais e principalmente, em São Paulo.  
A seguir, veio o movimento dos proprietários rurais, que está lutando pelo "direito de manutenção da posse" de suas terras produtivas, (na mesma família, por várias gerações), atualmente, invadidas e depredadas por índios, com aval do Governo Central. 
Por último, em Brasília, gente comum protestou (e continua protestando) contra o gasto de dinheiro público em eventos de futebol. A reforma do Estádio Mané Garrincha, custou o dobro do que havia sido planejado (que já não era pouco dinheiro).
O gasto com a construção e reforma dos outros Estádios, passa pela casa dos bilhões! 
Penso que essas demonstrações de descontentamento são inevitáveis - há muito tempo, o povo está sofrendo a precariedade dos sistemas de saúde, educação, transporte e segurança. 
Os Governantes dizem que não podem fazer todas as obras e os investimentos necessários, porque falta dinheiro. Então, nos acostumamos a viver sem escolas e creches, sem manutenção de rodovias, sem transporte público decente, sem polícia bem paga e bem equipada, para deter a crescente onda de violência.  O povo também já se acostumou com as filas para atendimento nos hospitais, com macas empilhadas nos corredores. Não há verba...
Como explicar, então, essa montanha de dinheiro que apareceu para financiar os Torneios de Futebol? Quem estava escondendo todo esse ouro?  Quem é o dono dessa grana - quem vai pagar pelos gastos? Quem "escolheu" pagar tão caro por um "momento" esportivo, e "deixou de investir" em escolas, creches, hospitais, estradas, segurança?
Quem está nos representando em Brasília, não está escutando o clamor do povo?  
Se a classe política não consegue nos ouvir, muito provavelmente haverá mais manifestações de desagrado - facilmente organizadas pela rede virtual.  
E talvez, o costumeiro voto sem compromisso, possa finalmente se tornar uma "escolha" do eleitor - votar em candidatos que possam "ouvir" o povo, e atender, objetivamente, os anseios da maioria. Esta maioria que gosta de futebol, mas precisa mesmo, é de serviços básicos e condições dignas para viver!

terça-feira, 11 de junho de 2013

POR QUÊ TANTOS CRIMES BÁRBAROS?

Um respeitado Consultor de Segurança, entrevistado num desses programas bobos da TV, disse que ainda não há "conclusões científicas" que expliquem a onda de crimes com tantos requintes de crueldade, como as que estamos enfrentando, nas grandes cidades do Brasil. 
A resposta dele trouxe uma conclusão clara para mim: - as pessoas "não se permitem enxergar" o mar de lama no qual a família brasileira está chafurdada - por isso, fazem como os avestruzes - escondem a cabeça (leia-se cérebro) no buraco. 
Como não se pode explicar? Para mim, existem motivos óbvios:
- há alguns anos, proibiram o trabalho para menores (sob pretexto de eliminar a exploração do trabalho infantil) - os meninos e adolescentes (sem nada para fazer), não têm casas dignas para ficar, nem pais e avós dedicados para conversar com eles - o que sobra para eles é a rua - lá eles aprendem as regras do crime;
- a TV (com suas novelas) ensina a "liberação total" da moral e dos costumes: "pode tudo", em nome da liberdade de escolha, desde que o jovem tenha um momento de prazer; - não se ensina responsabilidade por seus atos - o que se pode esperar de um menino/adolescente, em seu tempo de ócio nas ruas?
- os especialistas em educação, acrescentaram ao Currículo Escolar muitas atividades, tais como: capoeira, ecologia, reciclagem,  atividades ao ar livre, artes, tudo em em detrimento de matérias bem mais difíceis como leitura, matemática, história, geografia e ciências - a geração jovem está emburrecida - não consegue elaborar um raciocínio, uma análise crítica do mundo à sua volta;
- os mesmos especialistas estão destruindo o conceito de família - na telinha, é normal os filhos discutirem de igual para igual com pais, avós e responsáveis; é normal ver um pai ou mesmo a mãe, "pedir desculpas" porque não respeitou o "direito" do filho(a);  a figura paterna está sendo ridicularizada em qualquer cena patética de uma novela - os filhos já sabem que não precisam respeitar os mais velhos - como pretender que respeitem alguém de fora?- por que precisam respeitar o professor, na sala de aula? - e a polícia e as Leis?
- os mesmo técnicos do saber, tiraram Deus do currículo escolar - dizem que "ciência e religião" não se misturam - só aceitam comprovações científicas... - como esperar que esses delinquentes sejam sensíveis à vida de alguém, criada por um Deus que não aprenderam a respeitar e amar?
- os políticos fazem belos discursos sobre o combate ao tráfico de drogas, mas seus filhos compram e usam drogas, com a mesada gorda que recebem - os adolescentes, com menos recursos, estão observando e querem o mesmo para si;
- as personalidades notáveis do País, são incapazes de manter uma família saudável- trocam de parceiro, como quem troca de roupa - que tipo de imagem os adolescentes pobres estão vendo?
- eles não têm nenhum motivo razoável para respeitar e preservar a família dos outros;
- o deus consumo determina a vida e a posição social de todos os "importantes" da Nação - como esperar que os adolescentes pobres não queiram ter o que os ricos têm? - vão roubar, matar, barbarizar - mas querem parecer ricos também.
Contudo, creio que consigo entender a resposta do inteligente Consultor (a quem admiro): ele não pode "assumir" a postura de um homem às antigas, um homem que denuncie o desvalor da família, porque isso significaria ser tachado de antiquado, em descompasso com a forma "moderna" de pensar e viver.  Os donos do pensamento moderno "não estão nem aí" - por viverem de modo inconsequente, sabem que não chegarão à uma velhice íntegra - tanto faz se os outros também se derem mal...
Daqui, continuo a "gritar" - o modelo atual de cuidar dos meninos/adolescentes precisa mudar!
Só não tenho certeza de que, com os "modelos" atuais, a gente consiga grandes mudanças...

sábado, 8 de junho de 2013

CARTA PARA A DILMA

Apareceu na Rede Virtual, semanas atrás, uma carta dirigida à nossa Presidente, escrita por uma mulher corajosa e consciente. O texto é longo, mas contém crítica severa à várias ações do Governo atual. Para mim, expressam o pensamento de grande parte da população brasileira. Algumas ações do Governo, na proposta de erradicar a pobreza, acabam por tirar direitos de quem conseguiu, por esforço próprio, sair da classe dos "miseráveis".
Os "pacotes de bondade", distribuídos à população carente, são financiados pela classe média - que paga imposto de renda, na fonte! Somos os que garantem os milhões de dólares que abastecem os cofres públicos - nossa contribuição é certa, infalível e garantida! Quem não tem Imposto de Renda descontado na fonte, paga "o que quer", escapando de tudo o que puder abater - ou renegociar, tantas vezes, quanto possível. Neste grupo de pessoas, vamos encontrar os Empresários, os Autônomos, e os endinheirados que levam sua fortuna para Paraísos Fiscais.  Seja como for, o Governo não tem o direito de privilegiar um grupo de pessoas, em detrimento de outro - isso NÃO é democracia!
A desculpa de que tais e tais grupos foram injustiçados, no passado, não convence mais ninguém. Depois do vitorioso Ministro Joaquim Barbosa, ficou claro que "o Vencedor", vai à luta e vence!
O Juiz é apenas um exemplo maior, de tanta gente pobre que conseguiu dar a volta por cima, por mérito próprio - sem favores de ninguém - muito mais compensador!
Estamos em pré-campanha de eleições dos cargos majoritários - será que essa toada vai continuar? Será esse o caminho que os candidatos vão propor?
Já sabemos, pelo exemplo da União Européia, que "pacotes de bondade" acabam custando caro demais, lá na frente - quem vai pagar será a geração futura - nossos filhos e netos.
O economistas afirmam que "não existe almoço de graça" - alguém sempre paga!
Os Países que estão dando certo, apostam e promovem o esforço pessoal, o empenho e dedicação, e premiam os que buscam o sucesso, através de seu próprio trabalho.
Espero, sinceramente, que tenhamos pelo menos um candidato honesto e pensante.
Quanto a nós, precisamos sair da zona de conforto e nos mobilizar - alertar a todos quantos a gente puder alcançar. Votar errado, custa muito caro!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

OS TURCOS E OS HÁBITOS DO OCIDENTE

A revolta nas ruas das principais cidades da Turquia já está atingindo níveis perigosos - seria melhor que parasse por aí. Os exemplos anteriores, de seus vizinhos, não são bons - muita gente ainda sofre com as consequências das guerras internas. O que me chamou a atenção, foi a insatisfação dos insurgentes, com algumas tendências que o Governo atual está demonstrando. Parece que o 1º Ministro tem sonhos de se tornar CALIFA ou SULTÃO - para isso, precisa do apoio dos marajás e principais lideranças do século passado, e voltar ao modelo muçulmano de viver - o que significa: - burka, proibição às bebidas alcoólicas, etc. 
Nada se declara formalmente, mas os cidadãos turcos, tendo conquistado a democracia (há mais de 10 anos), já estão lendo nas entrelinhas - e já decidiram que não querem nenhum "califa"!  
Bastante esclarecedora essa reação dos insurgentes da Turquia - significa que o estilo muçulmano de viver, não é tão desejável assim - tem muita gente que não gosta.  Os povos revoltados da Primavera Árabe, ainda estão lutando para o estabelecimento pleno do jeito ocidental de viver. Também dá para entender a reação raivosa dos muçulmanos que "preferem" viver nas democracias ocidentais, mas "exigem" o único direito que realmente lhes interessa: esconder suas mulheres, atrás das burkas e véus (da bebida eles não abrem mão). É seu último símbolo, seu bastião final, o qual conseguem preservar, nos Países onde os ditadores ainda existem. 
Por isso brigam em Paris, em Londres, em Nova York. 
Aqui no Brasil, muitas muçulmanas já usam o véu - ainda não vi nenhuma burka (por enquanto). 
A explicação para o uso do véu, elas mesmas são forçadas a dar : é "escolha pessoal"... 
É preciso ficar com os olhos bem abertos - nosso País costuma abrir os braços para receber todo mundo - somos elogiados por nossa amabilidade.  Mas aceitar costumes de povos oprimidos, não! Aqui, em nosso País, não queremos ditadura - nem burka e nem califa!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

PROGRAMA DE ÍNDIO - 2

O Governo Federal finalmente resolveu agir - pelo menos, esse é o discurso - mandou tropas federais para efetuar a desocupação das fazendas "produtivas", invadidas no Estado do Mato Grosso do Sul. Vamos esperar que funcione - parece que alguma "autoridade" acordou, e agiu.
Mas o "programa dos índios" não acabou - o show tem que continuar - agora eles estão dirigindo o foco para as Usinas Hidrelétricas - querem o direito de opinar e decidir "se" e "onde" elas devem ser construídas. 
Alguns de seus representantes já estão em Brasília - levados por um jatinho e hospedados num bom Hotel; - (eu estou pagando a fatura, através do imposto que pago- você também!). 
Eles querem conversar com o Ministro!
Gostaria de saber o nome do "cérebro" que está "sugerindo" essas causas aos índios - não creio que eles possam, por si próprios, questionar temas tão abrangentes e técnicos, ressalvadas as lideranças indígenas que já estudaram em nossas Universidades. 
Estas, em sua maioria, já saíram das aldeias, e "trabalham" para si mesmos. 
Seria muito bom que surgissem outras lideranças entre os índios - universitários, políticos jovens, cidadãos honestos e bem intencionados - talvez pudessem lembrá-los da importância da geração de energia, para todos os brasileiros - incluindo os povos indígenas. Não se vive sem energia elétrica - é indispensável. No Brasil - um País em desenvolvimento, o consumo segue em  curva ascendente. 
Se as coisas voltarem ao normal, de verdade, será ótimo - pelo menos não teremos mais uma "classe diferente" em nosso País: aquelas que recebem "proteção governamental", e são contemplados com Leis mais "e-l-á-s-t-i-c-a-s".  São os que não têm deveres (só direitos), tais como os criminosos "menores", os viciados em drogas, os que optam por uma vida sexual diferente, e os políticos (em geral). 
Quanto mais brasileiros saírem da zona de proteção do Governo - melhor! Significa que teremos mais cidadãos pensantes, independentes, cujas vidas possam ser relevantes, fazer diferença!
Este discurso de que o Brasil é grande, já cansou - os pseudo-cidadãos, ainda são muito pobres!

terça-feira, 4 de junho de 2013

PROGRAMA DE INDIO

Alguns índios do "west" brasileiro têm se dedicado a um programa não usual nestes últimos dias - estão invadindo fazendas no estado do Mato Grosso do Sul (oeste do País). No caso, uma das principais fazendas invadidas, é produtora de gado de leite e corte, e a propriedade está com a mesma família, há cerca de 90 anos.
Como se a encrenca já não fosse grande, ainda foi aperfeiçoada: - eles "importaram" outros povos indígenas do vizinho Paraguai - para dar mais força ao movimento... 
O Governo Executivo e o Judiciário entraram na guerra também - cada um invadindo a área do outro; e o descontrole está à feição dos invasores - do jeito que o "diabo gosta". 
Uma cópia do documento que determinava a desocupação, foi rasgado por um indígena, de forma contundente, sob os refletores de uma TV local. Um outro índio foi flagrado pelas câmeras, atirando, com arma de fogo, contra os Agentes da Lei - que estavam tentando fazer cumprir a decisão judicial. 
Uma estatística diz que cerca de 12% do território brasileiro faz parte da Reserva Legal dos Povos Indígenas.  Por outro lado, as terras cultivadas, que fornecem alimentos à toda a população brasileira (e parte do mundo), não passam muito de 6% desse mesmo território. 
Quem é responsável pela incongruência? Quem vai ressarcir o prejuízo desta, e de outras  famílias que estão vendo suas terras à beira da completa devastação?  
Sabemos que os índios não são criadores de gado - nem sabem gerir uma fazenda - o negócio deles é diferente. Atualmente, muitos deles não abrem mão da internet (via satélite), e nem das caminhonetes potentes. Fazem negócio com "compradores" internacionais (não oficialmente legalizados), na venda de plantas raras, minérios, animais da fauna e outros que tais. 
E ninguém se importa - a mídia internacional "desconhece" o assunto - os jornalistas brasileiros, ainda tentam falar alguma coisa - mas logo silenciam. O Governo Federal morre de medo de enfrentá-los - jornalista estrangeiro pega pesado: - os povos indígenas (do Brasil) são intocáveis!  
E nós ficaremos com o prejuízo, de novo - sem um Governo que coloque a situação no devido lugar, sem fazer com que a Lei que determina o respeito à propriedade produtiva, seja cumprida.  
Os índios precisam de assistência do Estado, mas também têm o dever de cumprir as determinações judiciais e legais. E devem ter uma vida produtiva também - já saímos dos anos de absoluto isolamento. Agora seus filhos frequentam Universidades, viajam, não abrem mão do celular de última geração. Todos eles têm acesso à saúde - mesmo que não seja tão frequente, dependendo do acesso ao seu lugar de moradia. Mas o Governo dá assistência - com mais recursos e estrutura, do que para os demais brasileiros. 
Se a situação não for tratada de forma rápida e justa, então a expressão "programa de índio" terá outro significado: - será sinônimo de liberdade sem responsabilidade - só "direitos" - nenhum dever!  Muita gente vai se declarar descendente de índio!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

CONVERSA DE HOMEM

Quando ando pelas ruas, vejo muitos homens conversando em rodinhas de bar, caminhando em duplas, em mesas de dominó, até dentro dos ônibus - a maioria, com mais idade.
O que intriga é o papo comum a quase todos - futebol ou "traseiro" de mulher.
Na maioria das cidades brasileiras, não há time de futebol, de verdade.
Mas mesmo numa cidade pequena, esses homens acompanham os maiores times do País e ficam ali, jogando conversa fora, dando palpites, como se entendessem do assunto. 
Sabem os nomes dos jogadores, analisam as jogadas que deram certo (ou não), e passam muito tempo, numa conversa repetitiva e sem graça. 
Quanto ao tema das mulheres, eles torcem o pescoço rapidinho, quando passa uma moça com roupa um pouco justa (ou demais!).
E os comentários não se pode escrever - são ofensivos à toda a classe feminina. 
A gente se pergunta sobre as causas de um interesse tão limitado desses "cérebros" masculinos (não todos, é claro!): pode ser falta de cultura geral - eles não compreendem o noticiário mais abrangente, e o futebol é mais fácil; no caso dos comentários sobre as mulheres que passam, prefiro pensar que seja só pelo gosto da beleza...
Mas acredito que a injustiça, a limitação aos homens em geral, começa quando são meninos - desde muito novos, eles precisam "torcer" pelo time do pai, do avô, do irmão, do padrinho. É claro que os meninos pequenos, não sabem nada sobre futebol, como esporte - as regras do jogo, etc. Mas eles se declaram "torcedores" e pronto. Até na mídia, aparecem meninos "gracinhas" que sabem cantar o hino do time "do pai".  Também, desde muito cedo, eles têm que dizer o nome da namorada - geralmente, um tio, o avô, o vizinho, se encarregam de "enquadrar" a criança - ele fica sem saída e inventa uma namorada, muito precocemente. 
Não parece uma delimitação de área? Dá a impressão de que um homem que se interessar por outros assuntos, não é macho.
É verdade que uma parcela da população masculina não se enquadra neste perfil - são homens que usam "toda" a capacidade cerebral que Deus lhes deu - mas, em nosso País, são minoria. 
É pena - tomara que a família perceba logo esse erro de educação, e contribua para que os meninos pensem grande, tenham horizontes maiores, sem abrir mão de esportes e beleza feminina.
Precisamos de homens por inteiro - com cérebro, pensantes.  Nossas famílias estão indo de mal a pior - nem temos mais adolescentes, como antigamente - hoje, quase todos são pais e mães precoces, delinquentes ou coisa pior.
As mães sozinhas não dão conta de "educar" os filhos: - é tarefa para 4 mãos - é trabalhosa!
Sinto muito pelos homens que estão lendo este desabafo, pois não se enquadram  nesse perfil - mas podem ajudar, falando com os outros homens, menos esclarecidos. Há muita coisa boa para ocupar o cérebro - se não for para "cuidar" da geração futura, que seja para evitar o Dr Alzheimer ...

sábado, 1 de junho de 2013

QUEM " PODE" SER PRESIDENTE ?

Aqui no Brasil, já foi aberta a corrida às urnas, para a eleição do Presidente a partir do próximo ano. Sabe-se que a Justiça Eleitoral ainda não liberou a propaganda oficialmente, mas os candidatos já estão "gritando". Ainda não conhecemos o nome de todos, mas os maiores Partidos já definiram seus nomes.
A partir deste ponto, ficamos sem saída: - nenhum deles é ótimo - alguns são péssimos. Agora já não estamos tratando com pessoas de nível cultural desigual - todos têm diploma (até mais de um). A questão principal é a falta de caráter ,em geral, dos que estão se apresentando - não demonstram respeito aos valores de uma família sadia, fazem "alianças e conluios" com quaisquer Partidos "menores" (em troca de mais tempo na TV e rádio), fazem promessas que nunca poderão cumprir,etc.etc.
Falando francamente, o Brasil ainda não tem um candidato à Presidência da República, com perfil de "estadista" - nenhum dos políticos interessados e conhecidos se encaixa no perfil que os brasileiros desejam. Todos eles são políticos de carteirinha - de algum modo, pertencem à uma dinastia.  A maioria nunca administrou sequer um carrinho de pipoca; sua vida pessoal é um desastre: - sem família, alguns têm filhos perdidos nas drogas, muitos têm ficha suja em vários órgãos policiais e judiciais. Trabalho de verdade, a maioria deles "nunca" exerceu - sempre viveram à sombra do poder, tão logo se filiaram a um Partido Político.
Nosso País está entre as maiores economias do mundo - como justificar o nível tão baixo dos pré-candidatos? Sempre se culpa o próprio povo - dizem que não sabemos escolher...
Mas, no caso presente, não temos escolha - é certo escolher o menos ruim?
A única parte boa, em tudo isto, é que ainda há espaço para um candidato correto e bem intencionado, do jeito que o Brasil necessita.
Cabe a nós, os cristãos, obedecer à ordem de Deus, e orar pela Nação e pelas autoridades constituídas (e pelas futuras eleições).
Às demais pessoas de bem, cabe a defesa pelo voto não corrompido por falsas promessas:  - o "voto consciente" - tarefa bem difícil!