domingo, 14 de abril de 2013

ESTÃO SEQUESTRANDO OS TOMATES !!!

Aconteceu de verdade, no interior do Paraná, aqui vizinho ao nosso estado de Santa Catarina:
- uma carga de tomates que estava sendo levada para a cidade, foi "sequestrada"!  
Incrível - parece uma estória do Sítio do Pica pau Amarelo -  a boneca Emília e sua amiga Narizinho fariam uma linda estória com o episódio! 
Mas como foi um sequestro de verdade, a questão mais pertinente, a meu ver, é a "propaganda / promoção" que se está fazendo a favor do tomate. Até eu, que não sou lá muito "adepta do fruto", fiquei com uma sensação irreprimível de "comprar e comer tomates - muitos!" Coisa de doido!
Não dá mesmo para ficar alguns dias sem comer tomate? Será que só eu sou imune ao tomate?
Até onde sei, a receita para se livrar da alta de preços exagerada, é substituir o produto caro, por outro mais acessível. Não tenho certeza se há algum substituto para o tomate - será que o tomate é insubstituível? Que criatura importante, hein?
Mas não tem jeito - basta ligar a TV e lá está a notícia : o tomate está valendo ouro!!!!! 
De cá da minha poltrona, observo que há uma supervalorização do tomate - em termos literais! Pode ser verdade queo produto esteja em falta, por causa da quebra na safra. 
Mas também está sendo um "prato cheio" para os jornalistas (pequenos) de plantão. 
Até que apareça algum acidente grave, um grande crime, ou uma denúncia de corrupção daquelas bem retumbantes, vamos "ver" o tomate todos os dias, em todos os telejornais, à toda hora. 
Pelo menos, quem não vive sem tomate, mata a saudade - dá para curtir a foto dele...

sábado, 13 de abril de 2013

O "MENINO" OFENDIDO ...

Recentemente, houve uma briga numa boate, em uma cidade do nosso litoral catarinense: - um cara gay e os seguranças do local se enfrentaram de modo muito feio. Dizem que o casal gay estava aos beijos e alguns outros frequentadores não gostaram da cena, e reclamaram com a gerência da casa. Chegou a turma do deixa disso, mas não houve jeito: os seguranças usaram seus recursos, e a confusão resultou em hematomas para ambos os lados; em depoimento à polícia, afirmaram que só revidaram as agressões que haviam começado com o  "menino" gay. Minha atenção foi atraída para essa expressão "menino" - como chamar de menino, um homem que já tem vida sexual ativa, enfrenta oposições e ainda vai para o ataque?
A investigação policial irá determinar quem de fato é a vítima nesta encrenca - mas, para a confusão chegar ao ponto que chegou, creio que não havia nenhum "menino" lá.  
Um defensor do cara gay, soltou a seguinte pérola: - " a sociedade não está tolerando tanta intolerância...! "Não sei se ele conseguiu pensar isso sozinho...
Quem não está tolerando quem?  Se a casa não era destinada ao público gay, é natural que outras pessoas que estavam lá, desaprovassem o namoro íntimo do casal. Quem é obrigado a gostar de demonstrações públicas, de caráter reservado? A maioria das famílias não gosta.
Até onde sei, cada cidadão tem direito de gostar "ou não" de certos atos públicos. 
Podem "criar" leis de "anti" qualquer coisa, mas não se pode "exigir" que a gente goste do que não gosta! Se deve haver espaço para a opção sexual de cada cidadão, o mesmo critério precisa ser usado para os que querem pensar livremente - escolher o que acham certo ou errado - em quaisquer assuntos!
Aquele casal, quando abordado pelos seguranças, deveria ter respeitado o direito da maioria -ninguém queria ver cenas íntimas - só isso!  Eles não poderiam ter ido para outro lugar, mais reservado e curtir sua noitada? Não seria razoável? Teriam mantido sua opção e estariam tranquilos a esta hora. Por quê bater o pé e forçar uma situação assim? Não acabou bem para ninguém.
Talvez os frequentadores habituais, agora pensem duas  vezes, antes de voltar lá. O seguranças e o próprio rapaz estão com registro na polícia. O dono da casa noturna deve estar lamentando ter aberto as portas naquela noite. Creio que ao se dirigirem para a boate, todos pensavam que seria uma noite muito legal!  Esperavam só divertimento.
O que aconteceu foi decepcionante para todos os envolvidos, e criou-se muito material para os jornalecos de plantão!  De fato," houve intolerância" - mas da parte de quem?

sexta-feira, 12 de abril de 2013

MINHA BRONCA COM A TV

Vocês já perceberam que não tenho muita paciência com as bobagens que alguns "apresentadores" dizem na telinha - não consigo resistir; afinal, quem está sob os holofotes, está sendo observado...
Pois bem, hoje uma apresentadora (âncora), comentava o sofrimento da família cujo filho foi assassinado friamente, em São Paulo, com 2 tiros na cabeça. A mãe do rapaz pedia mudança nas leis, maior responsabilização dos "menores", diminuição da idade penal, essas coisas. 
Aí, a apresentadora, do alto de sua cadeira privilegiada, disse :"é preciso discutir essa questão, de fato - mas nenhuma atitude pode ser tomada nestes momentos de "forte emoção"!!!  
Senti a indignação que a mãe do filho morto, e todas as outras famílias que já passaram por igual situação, sentem.  COMO não se pode tomar atitudes quando se está sob fortes emoções? 
POR QUÊ NÃO ?  Que conversa é essa? Afinal, somos feitos de emoções também - não somos feitos de pedra. A cultura atual valoriza as emoções - as Empresas estão valorizando esse espaço em sua própria estrutura formal.  
Então tem que deixar "esfriar" tudo, para que o "modelo de passar a mão no menor carente" volte a dominar a cena? A quem interessa deixar a situação do jeito que está? Certamente, não interessa à imensa maioria das famílias brasileiras - muita gente está sofrendo, há muito tempo, pela perda de seus queridos - não tem volta! É preciso agir agora - justamente quando a matéria é mais chocante - está nas manchetes! Nada de deixar esfriar, deixar para"pensar melhor", "ter calma..." 
Espero que essa última família enlutada consiga apoio para levar sua causa aos tribunais certos... 
E que consigam "abalar" os nossos legisladores - tirá-los da sua zona de conforto, para fazer a Lei necessária!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

CUIDADO COM A TURMA DE BRASÍLIA - QUEREM CALAR O MINISTÉRIO PÚBLICO

Está sobre a mesa, uma Proposta de Lei para "impedir" que os agentes do Ministério Público investiguem denúncias contra os políticos!  Eles só pretendem "aceitar" a investigação da Polícia! Causa preocupação: a quem interessa deixar tão fechado qualquer processo de investigação criminal contra os políticos?  Já chegamos num estágio em que preferimos as portas escancaradas, tudo com vidro bem transparente. O Julgamento do Mensalão foi uma verdadeira catarse para todos os cidadãos de bem de nosso País. Finalmente, as ações erradas, de gente importante, foram expostas, julgadas e condenadas. Agora querem voltar atrás?  Que história é essa de político poder barrar as investigações sobre seus próprios atos? Quem lhe deu esse poder todo? O povo brasileiro não concorda - queremos que tudo seja investigado, por qualquer pessoa que receba uma denúncia: pode ser a imprensa, pode ser um empregado comum, pode ser qualquer Agente da Polícia e até Agentes do Ministério Público (advogados do povo) e da Receita Federal.  
Não pode haver excessão ou tratamento diferenciado para ninguém - político, menos ainda! 
Creio que será preciso que a moçada se mobilize e bote a boca no trombone, pelas redes sociais. 
A turma jovem é especialista nesse tipo de ação - fazem de modo perfeito!  
Estou na briga - acho que muitos dos meus leitores também. 
Algum jovem se habilita? É só contactar o próprio Ministério Público, e juntar as forças!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

DÁ PARA CLONAR A DAMA DE FERRO?

Chegou o fim para a Madame Margareth Tatcher, como chega para todos os seres humanos. 
Ela foi de ferro, mas não foi eterna. Faleceu com 87 anos de uma vida muito bem vivida - foi relevante! Pensei numa clonagem (aperfeiçoada!) dela, quando ouvi um crítico (menor) dizer que discordava "frontalmente" de sua maneira de governar - era muito durona, "muito de ferro"... 
Por meu lado, discordo "frontalmente" do tal crítico "pequeno" : ele é do tipo que gosta da linguagem politicamente correta, falar com voz suave, dizer meias palavras, ficar em cima do muro - o que significa, usar luva de pelica, mas não deixar de dar o tapa - mesmo que às ocultas... 
De fato, esse não era o estilo da 1ª Ministra - ele era direta, objetiva, não aceitava diálogos "insinuantes", gostava de premiar o esforço, não a indolência; apreciava e honrava os honestos! 
Ao contrário da maioria dos líderes latino-americanos, ela não distribuía "pacotes de bondade" com dinheiro público; valorizava o esforço, o empenho pessoal de cada cidadão britânico. 
Sua biografia revela que ela foi, desde muito jovem , uma feroz defensora do que é "certo", do que é "justo", não importando o lado de quem estava certo ou errado. Também era do tipo que falava olhando nos olhos, "encarando" pessoas ou problemas com mão de ferro. Creio que veio daí a sua liderança tão importante para sua nação, naquela época. Passou pela I Guerra Mundial, quando era ainda uma adolescente, e sofreu também com a 2ª Guerra.   Já exercendo alguma liderança. enfrentou levantes de trabalhadores (esteve nos dois lados).  Depois, como Governante Máxima da Nação britânica, enfrentou várias outros conflitos e desafios - e foi vitoriosa em quase todos. 
Sabemos que ela cometeu erros - um deles foi, muito provavelmente, o apoio à Guerra do Golfo; mas se colocarmos na balança, seus acertos pesam mais. Um crítico bem-humorado da época, disse que ela era o "homem" de verdade do Parlamento Britânico... 
Saindo da vida, deixa seguidores e adversários "fiéis"- seu nome jamais será esquecido.  
Ninguém que conviveu com ela foi capaz de ser indiferente - era "amar" ou "odiar" - ela não ficava em cima do muro - nunca! 
Para mim, essa é sua principal qualidade - posicionar-se, dar a cara a tapa, encarar os problemas de frente, sem subterfúgios. Aqui no Brasil, em nosso "sistema político perverso", ela nunca teria tido sucesso - teriam dado um jeito de silenciá-la rapidamente. 
Bom para os britânicos que tiveram a oportunidade de experimentar um Governo como o dela! 
Eu gostaria, de verdade, que surgissem outras mulheres-líderes como Margareth Tatcher!

terça-feira, 9 de abril de 2013

SUBIU À CABEÇA !!

A gente fez o possível para reconhecer as reais injustiças que uma pequena parcela dos brasileiros (que não têm muito o que fazer), estavam disparando contra o Feliciano (aquele da Comissão dos Direitos Humanos). Mas parece que esse apoio que ele recebeu, não por ser quem é, mas pela causa que defende e por seu direito de livre expressão, causou um efeito indesejado - pelo jeito ele pensa que é "o cara"! 
Fez recentemente uma declaração inoportuna a respeito de John Lennon (o Beatlle): - colocou a culpa da morte dele em Deus! Aí já passou da conta. É obvio, para todos as pessoas com algum cérebro, que o modo como o cantor famoso vivia, não apontava para um final feliz - ele era  viciado em drogas pesadas, era polêmico por causas questionáveis, promíscuo, etc.  Sua morte era previsível, como a de todos os famosos que "escolheram" viver como ele. E tem mesmo a ver com não cumprir a Lei de Deus.
Mas bem que o Pastor Feliciano podia ter mantido a boca fechada, não é? Ele está numa situação de grande fragilidade - precisa ser mais cuidadoso - usar a regra : "falar é de prata, mas o calar é de ouro"! 
Se fosse um político "profissionalizado" (i.é.: "preparado" - como tenho defendido), certamente teria lido Machiavel - o Conselheiro Mor da corte francesa - teria aprendido "estratégia", e falaria menos neste momento. Sua cabeça está a prêmio - será que ele não tem conselheiros? 
Há um provérbio do sábio Rei Salomão, que diz: "... na multidão de conselheiros, há segurança". Mas ... sabemos que esse pessoal da política não gosta de ter muitos "sábios" por perto...  
Eles ficam dando conselhos corretos demais...  ficam apontando onde estão os problemas... querem fazer tudo certinho... desaconselham qualquer tipo de corrupção... - e quando se trata de "ser político,  fica muito difícil trabalhar com gente assim... 
É uma pena...  Creio que o apoio ao Feliciano está abalado. Espero que ele consiga refletir e "parar de falar" - só agir, dentro de suas atribuições, do modo certo. 
Essa coisa de ser "estrela" fez muito mal para ele ( faz mal para qualquer pessoa!) - tomara que perceba seus erros e exerça seu cargo, como se requer,  para fazer um bom trabalho - só isso!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

POLÍTICOS COM MELHOR PREPARO - PODE SER ?


Em nosso sistema de Governo (democracia presidencialista) somos levados às urnas a cada 2 anos, sejam os candidatos dignos do nosso voto, ou não.O voto é obrigatório.  Assim, a gente segue o roteiro, ignora a maior parte dos discursos e promessas, comparece no dia da eleição, e depois cada uma vai cuidar da própria vida -"os eleitos também"!  É um ritual tão bizarro, que seria cômico, se não fosse trágico para nós e nosso País. Nada muda - continuamos sem educação de qualidade, sem segurança pública, sem saúde ampla e irrestrita, sem viabilização dos acessos às cidades, sem prioridade aos temas de interesse da maioria. Os políticos eleitos continuam sua boa vida - sem compromissos - cuidando de seus próprios interesses (seus "acordos políticos"). O máximo que eles fazem, além das promessas, é criar programas de "caridade" com nosso dinheiro.  Investir com inteligência e estratégia na formação de "cidadãos bem informados", não está na agenda deles - não interessa para a próxima eleição... 
Nem mesmo o Ministério Público os incomoda, de verdade.Para tornar o sistema ainda mais iníquo, estão votando uma PEC para deixar o Ministério Público (nossos defensores!) totalmente proibidos de investigá-los! 
Só "aceitarão investigação" da Polícia - já viu no que vai dar, não é? 
Assim, a maioria dos que "elegemos", continua sendo paga para "fingir que  trabalha" para o bem do povo! Nosso "modelo" de gestão pública é perverso!
Ao longo da História, as injustiças sociais são impostas aos poucos, em gotas, doses homeopáticas - os cidadãos vão se acostumando e se "adaptando" à elas.  Recentemente, a Primavera Árabe serviu para mostrar a profunda decepção das pessoas com seus governantes - mas foi violenta - e isso não foi nada bom. 
Aqui no Brasil, certamente podemos fazer um protesto pacífico e organizado. Ainda gosto da ideia do "não voto": - pense comigo -  se "nenhum candidato" recebesse  "voto algum" - urna zerada mesmo, o que os políticos poderiam fazer? Certamente iriam repensar todo o processo - talvez caísse  a ficha... 
Mas estou consciente de que minha proposta é impraticável...  
Uma saída mais factível poderia ser a "profissionalização" para "todos" os cargos dos poderes executivo e legislativo - sei que não é simples, nem exequível, a curto prazo, mas funciona muito bem nos países desenvolvidos - pode ser implantado aqui também, mesmo que demore um pouco. Só depende de uma outra PEC - proposta por um "deles" ou pela população (com milhares de assinaturas!).
Não desisto de sonhar com um País decente para a geração futura. 
Talvez esta seja a hora de pressionar seu político "preferido", através das redes virtuais - quem sabe um deles sai da sua zona de conforto e propõe um Projeto de Lei nesse sentido - vai que ainda exista um político sério e bem intencionado que você conheça? Pode funcionar!?!

domingo, 7 de abril de 2013

GLACÊ DELICIOSO PARA UM BOLO PODRE

De novo ficamos sabendo de mais uma "comunidade pacificada" no Rio de Janeiro, que voltou às cenas de violência - tiros à esmo, balas perdidas (acertaram algum alvo!) e deslocamento de "mais" forças policiais para controlar o tráfico, a matança generalizada, os descaminhos em geral. 
Quando começou essa história de "pacificação das favelas", foi um auê nacional - só se falava disso - foi manchete em rede nacional, por horas e dias a fio. Daqui de longe, a gente já sabia que a origem do problema não estava sendo atacada ou saneada, e a "solução" (ainda que implantada por "alguns" dirigentes sérios), não passava de uma  "cobertura bonita para um bolo muito apodrecido".
As famílias com menos recursos, têm sido "ensinadas" diariamente pelas redes de TV, de que o importante é "ser feliz"! Vale tudo! As meninas fazem qualquer negócio pela beleza, que lhes garanta um degrau no mundo da moda e da vida noturna. Os jovens, desde a adolescência, "precisam" do smartphone de última geração, do tênis de marca, da maconha que os endinheirados usam, do carrão que os filhinhos de papai exibem...  As donas de casa, não têm casa para cuidar - então assistem "todas" as novelas-aula - na TV de tela gigantesca, que nem cabe na saleta...
Os pais de família que são honestos e trabalhadores, passam o dia todo fora,trabalhando muito para pagar as contas da família - não estão presentes: - não têm autoridade sobre seus filhos e nem seu respeito.
Dá para dizer que uma situação como essa, tem algo a vez com "paz"?  
Só haverá tranquilidade e paz, quando as famílias, mesmo destroçadas como estão, voltarem aos valores da ética - usar os mandamentos de Deus como material didático - no dia a dia de seus filhos!
Cada lição está na Bíblia : obedecer pai e mãe, não furtar, não roubar, não matar, não cobiçar o que é dos outros, não dar falso testemunho, não adulterar, não se entregar aos vícios, trabalhar, e o mais importante, "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"! 
Parece coisa antiga, não é?  E é mesmo - tem mais de 2 mil anos - mas é atual, como uma obra clássica de raro valor!
E não venham dizer que é coisa de fanático - que "não faz parte dos dias de hoje".
O que NÃO faz parte, é criança ser atingida por bala destinada a bandido; o que não faz parte dos dias atuais, é um filho matar os pais, por causa do dinheiro que precisa para alimentar seu vício.
O que não faz parte é a superpopulação de bebês sem pai e mãe - até porque seus próprios pais são crianças,  vivendo prematuramente como "adultos".
Mas não creio que haja alguém no Governo que se importe com esse tipo de ensinamento -  isto não dá voto! Contudo, sei que cidadãos de boa vontade podem se mobilizar e fazer mudanças que sejam relevantes para "pacificar" o povo. Quem sabe, os cristãos - de todas as denominações - possam deixar de lado suas diferenças menores, e se unir à uma Proposta de Volta aos Valores da Família Saudável! Torço por isso - e me coloco à disposição de uma Liderança honesta, que possa levantar essa bandeira! Eu e muita gente boa quer ajudar!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

NÃO EXISTE ALMOÇO DE GRAÇA

Por incrível que pareça, já estamos em época de campanha eleitoral - para o ano que vem - de verdade! A turma está passando bastante maquiagem (óleo de peroba para a cara de pau) e já está vestindo a fantasia de "benfeitor dos pobres e oprimidos". E vão conseguir seu objetivo - vão ser reeleitos" por maioria"! Somos bobões. 
O que não podemos esquecer é que, quando eles prometem "bolsas, subsídios, isenções e quaisquer outros benefícios" para uma determinada classe de pessoas, outras pessoas estão pagando a conta!
Nenhum político tem árvore que produz dinheiro - se "investir" em uma causa, inevitavelmente precisará "tirar" a grana de outra conta.  
Funciona "quase" do mesmo modo, como em nossos orçamentos domésticos - quando precisamos adquirir um bem, serviço ou propriedade, temos de deixar de comprar outras coisas de importância menor. A diferença entre o nosso orçamento e o do Governo, é a assinatura: - no nosso caso, se não pagarmos nossas dívidas, a Justiça manda bloquear, leiloar e pode até nos prender.
No caso do Governo, a assinatura deles tem validade de 4 anos, no máximo - no final de cada mandato, eles transferem os lucros e os prejuízos (dívidas) para o Governante que os sucederá - simples assim.
Por isso, é que podem contrair dívidas com Fundos Internacionais,  distribuir "bondades" à população mais pobre e menos informada - é fácil, porque sabem que não precisam assumir nada - é só deixar o tempo passar.  Nem a Lei de Responsabilidade Fiscal significa punição - na real.
Eles conseguem pagar bons advogados e se livram facilmente.  São tão inteligentes nessas horas, e tão incapazes (bobinhos mesmo), quando se trata de administrar a "coisa pública" com seriedade e honestidade...
Mas, já que eles estão mesmo se preparando para as eleições - (como se sabe, nossas Casas de Leis quase não têm tempo para "fazer" Leis) - que tal se nós também nos mobilizarmos para contra-atacar?  Podemos usar esse maravilhoso veículo virtual, que nos une, a qualquer tempo e lugar. Podemos aumentar nossa rede de contatos, amigos, seja sob que meio for. O que importa é começar a conhecer a ficha desses candidatos, suas ações boas ou más no passado, sua capacidade de trabalho,etc. E usar a Rede para informar tantos quantos a gente conhecer - claro que precisamos ter cuidado com as divulgações - devem ser precisas!
Mas, creio que poderemos ter uma bela surpresa nas eleições do ano que vem - uma renovação da classe política - substituir essa turma de parasitas, por profissionais de administração pública! Acredito que a geração futura vai agradecer. 
E quanto à expressão "não existe almoço de graça" - era coisa de economista, até nos apropriarmos dela - significa que "alguém" sempre paga a conta!  - (no caso, somos nós!)

terça-feira, 2 de abril de 2013

O FELICIANO VIROU JUDAS?

As imagens de crianças e adolescentes "malhando" o Judas-Feliciano ( o Pastor que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara) são bizarras e chocantes.  Dá vergonha de ser brasileira nesta hora. Que tipo de pais, famílias, ensinam e instruem esses  jovenzinhos, no sentido de que "esta" intolerância é "legal"? Como justificar tamanha violência - travestida de simples brincadeira? Quem são os intolerantes, de verdade?  O tal Pastor falou alguma coisa que não agradou à turma que defende a  "liberdade à qualquer custo!" e perdeu o mesmo direito que eles tanto reivindicam - "o direito de livre expressão"!  Mais que isso, pelo tamanho das cacetadas que recebeu dos meninos, e que vem recebendo da turma barulhenta, no dia a dia da Câmara, perdeu também o direito à vida - acho que eles queriam vê-lo morto, despedaçado - como Judas.
Se você não ler a manchete, irá pensar que a cena se passa na Síria - tamanha a selvageria. 
Plagiando o Boris Casoy :" é uma vergoooonha!" Dá para imaginar que tipo de cidadãos serão essas crianças- adolescentes: - irão resolver tudo no tapa, na confrontação, no desrespeito aos outros, na lei do mais forte. E o pior de tudo, é que não está acontecendo numa favela, na periferia de uma cidade obscura e pobre. A cena aconteceu na Capital Federal - lugar onde mora a maior parte das pessoas mais inteligentes e importantes de nosso País. Que exemplo lamentável para os demais jovens - que exemplo vergonhoso que os tais pais "tipo-cabeça" deixam para os trabalhadores menos cultos, as pessoas do povo, que lutam para ensinar à seus filhos o caminho da cidadania. Não sei se gosto do Pastor Feliciano - não o conheço. Mas sei que não gosto desse pessoal  baderneiro e muito  mal  educado (ainda que tenham grana e diploma!)
Respeitar as opiniões divergentes é exercer a democracia do modo integral - a partir de cada um, individualmente. E não depende da ação ou atitude dos outros!